Ministério da Educação Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação Coordenação Geral de Infra-Estrutura - CGEST FUNDO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO ? FNDE SBS Q.2 Bloco F Edifício FNDE ? 70.070-929 ? Brasília, DF Telefone: (61) 2022-4165 ? Site: www.fnde.gov.br MEMORIAL DESCRITIVO PROJETO MÓDULO DE AMPLIAÇÃO DO PROINFÂNCIA - TIPO B Ministério da Educação Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação Coordenação Geral de Infra-Estrutura - CGEST FUNDO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO ? FNDE SBS Q.2 Bloco F Edifício FNDE ? 70.070-929 ? Brasília, DF Telefone: (61) 2022-4165 ? Site: www.fnde.gov.br 1 SUMÁRIO 1. INTRODUÇÃO................................................................................................................................. 3 1.1. DEFINIÇÃO DO PROGRAMA PROINFÂNCIA FNDE ............................................................. 4 1.2. OBJETIVO DO DOCUMENTO ................................................................................................. 4 2. ARQUITETURA............................................................................................................................... 5 2.1. CONSIDERAÇÕES GERAIS.................................................................................................... 6 2.2. PARÂMETROS DE IMPLANTAÇÃO.. .......................................................................................7 2.3. PARÂMETROS FUNCIONAIS E ESTÉTICOS ......................................................................... 7 2.4. ESPAÇOS DEFINIDOS E DESCRIÇÃO DOS AMB IENTES.................................................... 8 2.5. ACESSIBILIDADE....................................................................................................................8 2.6. REFERÊNCIAS NORMATIVAS...............................................................................................9 3. SISTEMA CONSTRUTIVO .............................................................................................................10 3.1. CARACTERIZAÇÃO DO SISTEMA CONSTRUTIVO .............................................................11 3.2. AMPLIAÇÕES E ADEQUAÇÕES ............................................................................................12 3.3. VIDA ÚTIL DO PROJETO........................................................................................................12 3.4. REFERENCIAS NORMATIVAS ..............................................................................................12 4. ELEMENTOS CONSTRUTIVOS ................................................................................................... 14 4.1. SISTEMA ESTRUTURAL ....................................................................................................... 15 4.1.1. Considerações Gerais 4.1.2. Caracterização e Dimensão dos Componentes 4.1.3. Sequência de execução 4.1.4. Normas Técnicas relacionadas 4.2. PAREDES OU PAINÉIS DE VEDAÇÃO..................................................................................17 4.2.1. Alvenaria de Blocos Cerâmicos 4.2.2. Alvenaria de Elementos Vazados de Concreto - Cobogós 4.2.3. Vergas e Contravergas em Concreto 4.2.4. Divisorias leves em painéis 4.3. ESTRUTURAS DE COBERTURAS .........................................................................................19 4.3.1. Caracterização dos materiais 4.3.2. Referência com os desenhos do projeto executivo 4.3.3. Normas Técnicas relacionadas 4.4. COBERTURAS ........................................................................................................................ 20 4.4.1. Telhas Cerâmicas 4.4.2. Rufos Metálicos 4.4.3. Pingadeiras em Concreto 4.5. ESQUADRIAS..........................................................................................................................22 4.5.1. Janelas de Aluminio 4.5.2. Portas de Madeira 4.6. IMPERMEABILIZAÇÕES .........................................................................................................23 4.6.1. Manta Asfáltica 4.7. ACABAMENTOS/REVESTIMENTOS ......................................................................................23 4.7.1. Paredes externas ? Pintura Acrílica 4.7.2. Paredes externas ? Cerâmica 10x10 4.7.3. Paredes internas ? áreas secas 4.7.4. Paredes internas ? áreas molhadas 4.7.5. Piso Continuo em Granitina Ministério da Educação Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação Coordenação Geral de Infra-Estrutura - CGEST FUNDO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO ? FNDE SBS Q.2 Bloco F Edifício FNDE ? 70.070-929 ? Brasília, DF Telefone: (61) 2022-4165 ? Site: www.fnde.gov.br 2 4.7.6. Piso Vinilico em manta - *alternativa para regiões frias 4.7.7. Piso em Cerâmica 40x40 cm 4.7.8. Soleira em granito 4.7.9. Piso em Cimento desempenado 4.7.10. Piso Tátil ? Direcional e de Alerta 4.7.11. Tetos 4.7.12. Louças 4.7.13. Metais/Plásticos 4.7.14. Bancadas e divisórias em granito 4.7.15. Elementos Metálicos 5. HIDRAULICA ................................................................................................................................ 35 5.1. INSTALAÇÕES DE ÁGUA FRIA ........................................................................................... 36 5.2. INSTALAÇÕES DE ÁGUAS PLUVIAIS ................................................................................. 37 5.3. INSTALAÇÕES DE ESGOTO SANITÁRIO ........................................................................... 38 5.4. SISTEMAS DE PROTEÇÃO CONTRA INCÊNDIO ............................................................... 41 6. ELÉTRICA .................................................................................................................................... 43 6.1. INSTALAÇÕES ELÉTRICAS ................................................................................................. 44 6.2. INSTALAÇÕES DE CLIMATIZAÇÃO .................................................................................... 47 7. ANEXOS........................................................................................................................................ 49 7.1. TABELA DE ÁREAS ........................................................................................................ 50 7.2. TABELA DE REFERENCIA DE CORES E ACABAMENTOS ............................................... 50 7.3. TABELA DE ESPECIFICAÇÕES DE LOUÇAS E METAIS................................................... 51 7.4. TABELA DE ESQUADRIAS................................................................................................... 52 7.5. LISTAGEM DE DOCUMENTOS............................................................................................. 53 Ministério da Educação Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação Coordenação Geral de Infra-Estrutura - CGEST FUNDO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO ? FNDE SBS Q.2 Bloco F Edifício FNDE ? 70.070-929 ? Brasília, DF Telefone: (61) 2022-4165 ? Site: www.fnde.gov.br 3 1 INTRODUÇÃO Ministério da Educação Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação Coordenação Geral de Infra-Estrutura - CGEST FUNDO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO ? FNDE SBS Q.2 Bloco F Edifício FNDE ? 70.070-929 ? Brasília, DF Telefone: (61) 2022-4165 ? Site: www.fnde.gov.br 4 1.1. DEFINIÇÃO DO PROGRAMA PROINFÂNCIA FNDE O Programa PROINFÂNCIA - Programa Nacional de Reestruturação e Aparelhagem da Rede Escolar Pública de Educação Infantil, criado pelo governo federal (MEC e FNDE), faz parte das ações do Plano de Desenvolvimento da Educação (PDE), visando aprimorar a infraestrutura escolar, referente ao ensino infantil, tanto na construção das escolas, como na implantação de equipamentos e mobiliários adequados, uma vez que esses refletem na melhoria da qualidade da educação. O programa além de prestar assistência financeira aos municípios, com caráter suplementar, padroniza e qualifica as unidades escolares de educação infantil da rede pública. 1.2. OBJETIVO DO DOCUMENTO O memorial descritivo, como parte integrante de um projeto executivo, tem a finalidade de caracterizar criteriosamente todos os materiais e componentes envolvidos, bem como toda a sistemática construtiva utilizada. Tal documento relata e define integralmente o projeto executivo e suas particularidades. Constam do presente memorial descritivo a descrição dos elementos constituintes do projeto arquitetonico, com suas respectivas sequências executivas e especificações. Constam também do Memorial a citação de leis, normas, decretos, regulamentos,portarias, códigos referentes à construção civil, emitidos por órgãos públicos federais,estaduais e municipais, ou por concessionárias de serviços públicos. Ministério da Educação Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação Coordenação Geral de Infra-Estrutura - CGEST FUNDO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO ? FNDE SBS Q.2 Bloco F Edifício FNDE ? 70.070-929 ? Brasília, DF Telefone: (61) 2022-4165 ? Site: www.fnde.gov.br 5 2. ARQUITETURA Ministério da Educação Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação Coordenação Geral de Infra-Estrutura - CGEST FUNDO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO ? FNDE SBS Q.2 Bloco F Edifício FNDE ? 70.070-929 ? Brasília, DF Telefone: (61) 2022-4165 ? Site: www.fnde.gov.br 6 2.1. CONSIDERAÇÕES GERAIS O Projeto Padrão do módulo de ampliação do Proinfância Tipo B tem o objetivo de ampliar a quantidade de crianças atendidas no projeto padrão do Proinfância Tipo B, de 120 alunos para 168 alunos em turno integral ou de 240 para 336 em dois turnos. O módulo possui duas salas de pré-escola para atendimento de crianças de 4 até 5 anos e 11 meses, com capacidade de até 24 crianças em cada sala, ou seja, um total de 48 crianças em período integral ou 96 crianças em dois turnos (matutino e vespertino). É proposto também sanitários infantis (masculino e feminino) para atendimento dos alunos que frequentarão as novas salas de aula. O novo prédio será implantado dentro do terreno da creche existente do Proinfância Tipo B, junto ao edifício, como um prolongamento do bloco pedagógico. O partido arquitetônico da ampliação segue o modelo padrão do Proinfância tipo B e este foi baseado nas necessidades de desenvolvimento da criança, tanto no aspecto físico, psicológico, como no intelectual e social. Foram levadas em consideração as grandes diversidades que temos no país, fundamentalmente em aspectos ambientais, geográficos e climáticos, em relação às densidades demográficas, os recursos socioeconômicos e os contextos culturais de cada região, de modo a propiciar ambientes com conceitos inclusivos, aliando as características dos ambientes internos e externos (volumetria, formas, materiais, cores, texturas) com as práticas pedagógicas, culturais e sociais. Com a finalidade de atender ao usuário principal, no caso as crianças na faixa etária definida, o projeto adotou os mesmos critérios do Proinfância tipo B: ? Facilidade de acesso entre os blocos; ? Circulação entre os blocos com no mínimo de 80cm, com piso contínuo, sem degraus, desniveis ou juntas, com garantia de acessibilidade em consonância com a ABNT NBR 9050; ? Setorização por faxa etária para a promoção de atividades especificas de acordo com as necessidades pedagógicas, com a adoção de salas de atividades para cada faixa etaria; ? Ambientes de integração e convívio entre crianças de diferentes faixas etárias como: pátios, solários e áreas externas; ? Interação visual por meio de elementos de transparência como instalação de vidros nas partes inferiores das portas, esquadrias a partir de 50cm do piso e paredes vazadas entre os solários; ? Equipamentos destinados ao uso e escala infantil, respeitando as dimensões de instalações adequadas, como vasos sanitários, pias, bancadas e acessórios em geral. Tais critérios destinam-se a assegurar o conforto, saúde e segurança dos usuários na edificação, e independem das técnicas construtivas e materiais aplicados. Tendo em vista as diferentes situações de implantação das escolas, o Projeto Padrão apresenta opções e alternativas para efetuá-las, dentre elas, opção de instalações elétricas em 110V e 220V, alternativas de fundações, implantação de sistema de esgoto quando não houver o sistema de rede pública disponível e alternativas de elementos construtivos visando o conforto térmico. Ministério da Educação Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação Coordenação Geral de Infra-Estrutura - CGEST FUNDO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO ? FNDE SBS Q.2 Bloco F Edifício FNDE ? 70.070-929 ? Brasília, DF Telefone: (61) 2022-4165 ? Site: www.fnde.gov.br 7 2.2. PARÃMETROS DE IMPLANTAÇÃO Como dito anteriormente, o módulo proposto será implantado dentro do terreno da creche existente do Proinfânica Tipo B, junto ao edifício, como um prolongamento do bloco pedagógico. Não há necessidade de alteração das dimensões do terreno original do Proinfância tipo B, conforme é possível verificar na planta de implantação (prancha 01), que compõe os desenhos arquitetônicos. Lembrando que a implantação das escolas do Tipo B, recomedada pelo FNDE, são em terrenos retangulares com medidas de 40m de largura por 70m de profundidade e declividade máxima de 3%. No projeto original do tipo B, a área destinada para a ampliação do módulo é livre e plana, sem nenhum impedimento ou obstáculo para a implantação do módulo de ampliação. 2.3. PARÂMETROS FUNCIONAIS E ESTÉTICOS Para a elaboração do projeto e definição do partido arquitetônico foram condicionantes alguns parâmetros, também utilizados na ampliação do Proinfância tipo B, a seguir relacionandos: ? Programa arquitetônico ? elaborado com base no numero de usuários e nas necessidades operacionais cotidianas da creche, proporcionando uma vivência completa da experiência educacional adequada a faixa etária em questão; ? Volumetria dos blocos ? Derivada do dimensionamento dos blocos e da tipologia de coberturas adotada, a volumetria é elemento de identidade visual do projeto e do programa Proinfancia; ? Áreas e proporções dos ambientes internos ? Os ambientes internos foram pensados sob o ponto de vista do usuário infantil. Os conjuntos funcionais do edifício da creche são compostos por salas de atividades/repouso/banheiros. As salas de atividades são amplas, permitindo diversos arranjos internos em função da atividade realizada, e permitindo sempre que as crianças estejam sob o olhar dos educadores. Nos banheiros, a autonomia das crianças está relacionada à adaptação dos equipamentos as suas proporções e alcance; ? Layout ? O dimensionamento dos ambientes internos e conjuntos funcionais da creche foi realizado levando-se em consideração os equipamentos e mobiliário adequados a faixa etária especifica e ao bom funcionamento da creche; ? Tipologia das coberturas ? foi adotada solução simples de telhado em duas águas, de fácil execução em consonância com o sistema construtivo adotado. Esta tipologia é caracterizante do Programa Proinfancia; ? Esquadrias ? foram dimensionadas levando em consideração os requisitos de iluminação e ventilação natural em ambientes escolares. Para atender aos requisitos mínimos, não foram mantidos os projetos de esquadrias do projeto proinfância tipo B original, as esquadrias tiveram suas dimensões aumentadas, permitindo maior iluminação e ventilação; Ministério da Educação Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação Coordenação Geral de Infra-Estrutura - CGEST FUNDO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO ? FNDE SBS Q.2 Bloco F Edifício FNDE ? 70.070-929 ? Brasília, DF Telefone: (61) 2022-4165 ? Site: www.fnde.gov.br 8 ? Elementos arquitetônicos de identidade visual ? elementos marcantes do partido arquitetônico da creche, como pórticos, volumes, molduras, cerâmica na fachada e etc. Eles permitem a identificação da creche Tipo B e sua associação ao Programa Proinfância. Sendo assim, o módulo de ampliação foi elaborado para manter na área externa a aparência do projeto do Proinfância tipo B; ? Funcionalidade dos materiais de acabamentos ? os materiais foram especificados levando em consideração os seus requisitos de uso e aplicação: intensidade e caracteristica do uso, conforto antropodinamico, exposição a agentes e intempéries. Sendo assim, o módulo de ampliação foi elaborado para manter na área externa a aparência do projeto do Proinfância tipo B. ? Especificações das cores de acabamentos ? foram adotadas cores que privilegiassem atividades lúdicas relacionadas a faixa etária dos usuários. Foram mantidas as cores adotadas no Proinfância tipo B; ? Especificações das louças e metais ? para a especificação destes foi considerada a tradição, a facilidade de instalação/uso e a existência dos mesmo em varias regiões do país. Foram observadas as características físicas, durabilidade, racionalidade construtiva e facilidade de manutenção. 2.4. ESPAÇOS DEFINIDOS E DESCRIÇÃO DOS AMBIENTES O módulo de ampliação é térreo com 115,46 m² de área construída, mais 42,66m² de projeção de cobertura, totalizando 158,12m² de área ocupada. O módulo é composto pelos seguintes ambientes: 02 sanitários infantis com 16,28m² cada um, feminino e masculino; 02 salas de pré-escola com 36,20m² cada uma; 01 circulação com 25,34m² e 01 solário de 29,77m². Os ambientes citados seguem os padrões do Proinfância tipo B, em relação as dimensões, formato e elementos existentes, evitando o conflito entre o novo e o existente. O novo módulo estára unido por uma das laterais ao bloco pedagógico existente, como um prolongamento da edificação. Para reforçar o conceito de prolongamento da edificação existente, foram mantidas as alturas da platibanda, do telhado e o pré direito da circulação. O fluxo e a passagem de pessoas entre os dois blocos ocorrerá por meio da circulação nova, que também será como o prolongamento da circulação existente; haverá também passagem por meio da calçada que liga o solário proposto ao solário existente. 2.5. ACESSIBILIDADE Com base no artigo 80 do Decreto Federal N°5.296, de 2 de Dezembro de 2004, a acessibilidade é definida como ?Condição para utilização, com segurança e autonomia, total ou assistida, dos espaços, mobiliários e equipamentos urbanos, das edificações, dos serviços de transporte e dos dispositivos, sistemas e meios de comunicação e informação, por pessoa portadora de deficiência ou com mobilidade reduzida?. Ministério da Educação Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação Coordenação Geral de Infra-Estrutura - CGEST FUNDO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO ? FNDE SBS Q.2 Bloco F Edifício FNDE ? 70.070-929 ? Brasília, DF Telefone: (61) 2022-4165 ? Site: www.fnde.gov.br 9 O projeto arquitetônico do módulo de ampliação é baseado na norma ABNT NBR 9050 Acessibilidade a edificações, mobiliário, espaços e equipamentos urbanos, e prevê espaços com dimensionamentos adequados, todos os equipamentos de acordo com o especificado na norma, tais como: esquadrias adaptadas; barras de apoio nas paredes e nas portas para a abertura / fechamento de cada ambiente; piso tátil; sinalizações visuais e táteis etc. O módulo de ampliação faz parte de um conjunto maior, que é o Proinfância tipo B, e alguns elementos de acessibilidade já estão previstos no Proinfância tipo B, não sendo necessário repeti-los no módulo de ampliação, tais como: rampa de acesso; sanitário acessível para adultos, sanitário acessível para crianças etc. REFERÊNCIAS NORMATIVAS - Parâmetros Básicos de Infra-estrutura para Instituições de Educação Infantil - MEC, 2006; - Parâmetros Básicos de Infra-estrutura para Instituições de Educação Infantil, encarte 1 - MEC, 2006; - ABNT NBR 9050, Acessibilidade a edificações, mobiliário, espaços e equipamentos urbanos. - Portaria GM/MS Nº 321/88 (Anvisa) para dimensionamento e funcionamento de creches Ministério da Educação Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação Coordenação Geral de Infra-Estrutura - CGEST FUNDO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO ? FNDE SBS Q.2 Bloco F Edifício FNDE ? 70.070-929 ? Brasília, DF Telefone: (61) 2022-4165 ? Site: www.fnde.gov.br 10 3. SISTEMA CONSTRUTIVO Ministério da Educação Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação Coordenação Geral de Infra-Estrutura - CGEST FUNDO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO ? FNDE SBS Q.2 Bloco F Edifício FNDE ? 70.070-929 ? Brasília, DF Telefone: (61) 2022-4165 ? Site: www.fnde.gov.br 11 3.1. CARACTERIZAÇÃO DO SISTEMA CONSTRUTIVO Em virtude do grande número de municípios a serem atendidos e da maior agilidade na análise de projeto e fiscalização de convênios e obras, optou-se pela utilização de um projeto-padrão. Algumas das premissas deste projeto padrão tem aplicação direta no sistema construtivo adotado: ? Definição de um modelo que possa ser implantado em qualquer região do território brasileiro, considerando-se as diferenças climáticas, topográficas e culturais; ? Facilidade construtiva, com modelo e técnica construtivos amplamente difundidos; ? Garantia de acessibilidade a portadores de necessidades especiais em consonância com a ABNT NBR 9050; ? Utilização de materiais que permitam a perfeita higienização e fácil manutenção; ? Obediência à legislação pertinente e normas técnicas vigentes no que tange à construção, saúde e padrões educacionais estabelecidos pelo FNDE/MEC; ? O emprego adequado de técnicas e de materiais de construção, valorizando as reservas regionais com enfoque na sustentabilidade. Levando-se em conta esses fatores e como forma de simplificar a execução da obra em todas as regiões do país, o sistema construtivo adotado foi o convencional, a saber: ? Estrutura de concreto armado; ? Paredes em alvenaria de tijolos cerâmicos ( de 19cm ou 39 cm); ? Laje maciça; ? Telhas de barro (modelo colonial). Alguns elementos construtivos foram definidos com o objetivo de evitar custos futuros com manutenção, protegendo as paredes contra infiltrações e reduzindo a área de repintura anual. Tais como: ? Adoção de beirais com 1,20 de largura; ? As calhas serão estruturadas em concreto evitando assim infiltrações ocasionadas por rompimento da impermeabilização gerados por fissuras; ? Os rufos são em chapas de aço galvanizado e serão colocadas junto às telhas; ? O encabeçamento do topo dos pórticos, platibandas e calhas - em concreto - evitará infiltração vertical entre a parede e o revestimento de cerâmica; ? Utilização de pingadeiras nas extremidades das platibandas e calhas, estes elementos são utilizados para evitar manchas verticais ocasionadas pelo acúmulo de resíduos no topo das muretas. As pingadeiras estão detalhadas também na base das vigas de bordo das platibandas como elementos construtivos com a finalidade de evitar que as águas que escorrem verticalmente pela parede, corra horizontalmente pela laje. Ministério da Educação Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação Coordenação Geral de Infra-Estrutura - CGEST FUNDO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO ? FNDE SBS Q.2 Bloco F Edifício FNDE ? 70.070-929 ? Brasília, DF Telefone: (61) 2022-4165 ? Site: www.fnde.gov.br 12 3.2. AMPLIAÇÕES E ADEQUAÇOES Devido a características do sistema construtivo adotado, eventuais ampliações e adequações ao projeto podem ser facilmente executadas. ? Acréscimos: O módulo foi concebido para ser utilizado como modulo de ampliação do Proinfância tipo B, não sendo recomendado para ampliação de outro tipo de escola, pois juntos possuem os espaços adequados para atender as necessidades dos usuários previstos (cerca de 168 alunos por turno). Eventuais ampliações devem ter sua necessidade cuidadosamente julgada. Quaisquer ampliaçãos devem obedecer ao código de obras local, bem como as normas de referencia citadas neste memorial descritivo. Ampliações horizontais, desde que em consonância com o permitido no código qo de obras vigente, poderão ser feitas utilizando-se do mesmo sistema construtivo descrito acima. A edificação foi concebida para um pavimento, portanto ampliações verticais não foram previstas. ? Demolições: As demolições de componentes, principalmente, elementos de vedação vertical, devem ser cuidadosamente feitas, após consulta ao projeto existente. A demolição de vedações, deve levar em consideração o projeto estrutural, evitando-se danos e compromentimento da estrutura. ? Substituições: Os componentes da edificação, conforme descitos no item 4.Elementos Construtivos, podem ser facilmente encontrados em diversas regiões do pais. A substituição de quaisquer dos mesmos, deve ser feita com consulta previa ao projeto existente, para confirmação de dados relativos aos componentes. 3.3. VIDA UTIL DO PROJETO Sistema Vida Util mínima (anos) Estrutura ? 50 Pisos Internos ? 13 Vedação vertical externa ? 40 Cobertura ? 20 Hidrossanitário ? 20 3.4. REFERÊNCIAS NORMATIVAS - Práticas de Projeto, Construção e Manutenção de Edifícios Públicos Federais, SEAP - Secretaria de Estado de Administração e do Patrimônio; Ministério da Educação Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação Coordenação Geral de Infra-Estrutura - CGEST FUNDO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO ? FNDE SBS Q.2 Bloco F Edifício FNDE ? 70.070-929 ? Brasília, DF Telefone: (61) 2022-4165 ? Site: www.fnde.gov.br 13 - Códigos, Leis, Decretos, Portarias e Normas Federais, Estaduais e Municipais, inclusive normas de concessionárias de serviços públicos; - ABNT NBR 5674, Manutenção de edificações ? Procedimento. Ministério da Educação Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação Coordenação Geral de Infra-Estrutura - CGEST FUNDO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO ? FNDE SBS Q.2 Bloco F Edifício FNDE ? 70.070-929 ? Brasília, DF Telefone: (61) 2022-4165 ? Site: www.fnde.gov.br 14 4. ELEMENTOS CONSTRUTIVOS Ministério da Educação Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação Coordenação Geral de Infra-Estrutura - CGEST FUNDO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO ? FNDE SBS Q.2 Bloco F Edifício FNDE ? 70.070-929 ? Brasília, DF Telefone: (61) 2022-4165 ? Site: www.fnde.gov.br 15 4.1. SISTEMA ESTRUTURAL 4.1.1. Considerações Gerais Neste item estão expostas algumas considerações sobre o sistema estrutural adotado, do tipo convencional composto de elementos estruturais em concreto armado. Para maiores informações sobre os materiais empregados, dimensionamentos e especificações deverá ser consultado o projeto executivo de estruturas. Quanto a resistência do concreto adotada: Estrutura FCK (MPa) Vigas 25 MPa Pilares 25 MPa Lajes 25 MPa Sapatas 25 MPa 4.1.2. Caracterização e Dimensão dos Componentes 4.1.2.1. Fundações A escolha do tipo de fundação mais adequado para uma edificação é função das cargas da edificação e da profundidade da camada resistente do solo. O projeto padrão fornece as cargas da edificação, porém as resistências de cada tipo de solo serão diferentes para cada terreno. O FNDE fornece um projeto de fundações básico, baseado em previsões de cargas e dimensionamento e o Municipio, ou ente federado requerente, deve utilizando- se ou não do projeto básico oferecido pelo FNDE, desenvolver o seu próprio projeto executivo de fundações, em total obediência às prescrições das Normas próprias da ABNT. O projeto executivo confirmará ou não as previsões de cargas e dimensionamento fornecidas no projeto básico e caso haja divergências, o projeto executivo elaborado deverá ser homologado pela Coordenação de Infra-Estrutura do FNDE ? CGEST. Deverá ser adotada uma solução de fundações compatível com a intensidade das cargas, a capacidade de suporte do solo e a presença do nível d?água. Com base na combinação destas análises optar-se-á pelo tipo que tiver o menor custo e o menor prazo de execução. 4.1.2.1.1. Fundações Superficiais ou diretamente apoiadas Desde que seja tecnicamente viável, a fundação direta é uma opção interessante, pois, no aspecto técnico tem-se a facilidade de inspeção do solo de apoio aliado ao controle de qualidade do material no que se refere à resistência e aplicação. As sapatas deverão ser dimensionadas de acordo com as cargas na fundação fornecidas pelo cálculo da estrutura e pela capacidade de suporte do terreno, que deverá ser determinada através de ensaios para cada terreno onde a edificação será executada. Ministério da Educação Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação Coordenação Geral de Infra-Estrutura - CGEST FUNDO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO ? FNDE SBS Q.2 Bloco F Edifício FNDE ? 70.070-929 ? Brasília, DF Telefone: (61) 2022-4165 ? Site: www.fnde.gov.br 16 4.1.2.1.2. Fundações profundas Quando o solo compatível com a carga da edificação se encontra a mais de 3m de profundidade é necessário recorrer às fundações profundas, tipo estaca, elementos esbeltos, implantados no solo por meio de percussão ou pela prévia perfuração do solo com posterior concretagem, que dissipam a carga proveniente da estrutura por meio de resistência lateral e resistência de ponta. No projeto, é fornecido o cálculo estrutural na modalidade estaca escavada, para uma carga adimissível de 0,2 MPa (2 kg/cm2). 4.1.2.2. Vigas Vigas em concreto armado moldado in loco com alturas entre 40 cm a 48cm. 4.1.2.3. Pilares Pilares em concreto armado moldado in loco de dimensões aproximadas 12x30cm. 4.1.2.4. Lajes É utilizada laje maciça de altura média aproximada de 08 cm. 4.1.3. Sequência de execução 4.1.3.1. Fundações 4.1.3.1.1. Movimento de Terra: Para levantamento dos volumes de terra a serem escavados e/ou aterrados, devem ser utilizadas as curvas de nível referentes aos projetos de implantação de cada edificação. A determinação dos volumes deverá ser realizada através de seções espaçadas entre si, tanto na direção vertical quanto horizontal. O volume de aterro deverá incluir os aterros necessários para a implantação da obra, bem como o aterro do caixão. 4.1.3.1.2. Lançamento do Concreto: Antes do lançamento do concreto para confecção dos elementos de fundação, as cavas deverão estar limpas, isentas de quaisquer materiais que sejam nocivos ao concreto, tais como madeira, solo carreado por chuvas, etc. Em caso de existência de água nas valas da fundação, deverá haver total esgotamento, não sendo permitida sua concretagem antes dessa providência. O fundo da vala deverá ser recoberto com uma camada de brita de aproximadamente 3 cm e, posteriormente, com uma camada de concreto simples de pelo menos 5 cm. Em nenhuma hipótese os elementos serão concretados usando o solo diretamente como fôrma lateral. Ministério da Educação Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação Coordenação Geral de Infra-Estrutura - CGEST FUNDO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO ? FNDE SBS Q.2 Bloco F Edifício FNDE ? 70.070-929 ? Brasília, DF Telefone: (61) 2022-4165 ? Site: www.fnde.gov.br 17 4.1.3.2. Vigas Para a execução de vigas de fundações (baldrame) deverão ser tomadas as seguintes precauções: na execução das formas estas deverão estar limpas para a concretagem, e colocadas no local escavado de forma que haja facilidade na sua remoção. Não será admitida a utilização da lateral da escavação como delimitadora da concretagem das sapatas. Antes da concretagem, as formas deverão ser molhadas até a saturação. A concretagem deverá ser executada conforme os preceitos da norma pertienente. A cura deverá ser executada para se evitar a fissuração da peça estrutural. 4.1.3.3. Pilares As formas dos pilares deverão ser aprumadas e escoradas apropriadamente, utilizando-se madeira de qualidade, sem a presença de desvios dimensionais, fendas, arqueamento, encurvamento, perfuração por insetos ou podridão. Antes da concretagem, as formas deverão ser molhadas até a saturação. . A concretagem deverá ser executada conforme os preceitos da norma pertienente. A cura deverá ser executada para se evitar a fissuração da peça estrutural. 4.1.3.4. Lajes O escoramento das lajes deverá ser executado com escoras de madeira de primeira qualidade ou com escoras metálicas, sendo as últimas mais adequadas. As formas deverão ser molhadas até a saturação, antes da concretagem. Após a concretagem a cura deverá ser executada para se evitar a retração do concreto e fissuração da superfície. A desforma deverá seguir os procedimentos ndicados em norma. 4.1.4. Normas Técnicas relacionadas - ABNT NBR 5738, Concreto ? Procedimento para moldagem e cura de corpos- deprova; - ABNT NBR 5739, Concreto ? Ensaios de compressão de corpos-de-prova cilíndricos; - ABNT NBR 6118, Projeto de estruturas de concreto ? Procedimentos; - ABNT NBR 7212, Execução de concreto dosado em central; - ABNT NBR 8522, Concreto ? Determinação do módulo estático de elasticidade à compressão; - ABNT NBR 8681, Ações e segurança nas estruturas ? Procedimento; - ABNT NBR 14931, Execução de estruturas de concreto ? Procedimento. 4.2. PAREDES OU PAINÉIS DE VEDAÇÃ O 4.2.1. Alvenaria de Blocos Cerâmicos 4.2.1.1. Caracterização e Dimensões do Material: Ministério da Educação Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação Coordenação Geral de Infra-Estrutura - CGEST FUNDO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO ? FNDE SBS Q.2 Bloco F Edifício FNDE ? 70.070-929 ? Brasília, DF Telefone: (61) 2022-4165 ? Site: www.fnde.gov.br 18 Tijolos cerâmicos de oito furos 39x19x9cm, de primeira qualidade, bem cozidos, leves, sonoros, duros, com as faces planas, cor uniforme. Estes poderão ser substituídos por tijolo de 19x19x9cm. Algumas muretas serão com o tijolo de 19x19x9cm. 4.2.1.2. Seqüência de execução: Deve-se começar a execução das paredes pelos cantos, assentado-se os blocos em amarração. Durante toda a execução, o nível e o prumo de cada fiada devem ser verificados. Os blocos devem ser assentados com argamassa de cimento, areia e vedalit e revestidas conforme especificações do projeto de arquitetura. 4.2.1.3. Conexoes e interfaces com os demais elementos construtivos O encontro da alvenaria com as vigas superiores (encunhamento) deve ser feito com tijolos cerâmicos maciços, levemente inclinados (conforme figura abaixo), somente uma semana após a execução da alvenaria. 4.2.1.4. Normas Técnicas relacionadas: ? ??ABNT NBR 6460, Tijolo maciço cerâmico para alvenaria - Verificação da resistência à compressão; ??ABNT NBR 7170, Tijolo maciço cerâmico para alvenaria; ??ABNT NBR 8041, Tijolo maciço para alvenaria ? Forma e dimensões ? Padronização; ??ABNT NBR 8545, Execução de alvenaria sem função estrutural de tijolos e blocos cerâmicos ? Procedimento; ??ABNT NBR 15270-1, Componentes cerâmicos - Parte 1: Blocos cerâmicos para alvenaria de vedação - Terminologia e requisitos; ??ABNT NBR 15270-3, Componentes cerâmicos - Parte 3: Blocos cerâmicos para alvenaria estrutural e de vedação - Métodos de ensaio; 4.2.2. Alvenaria de Elementos Vazados de Concreto ? Cobogós 4.2.2.1. Caracterização e Dimensões do Material: Ministério da Educação Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação Coordenação Geral de Infra-Estrutura - CGEST FUNDO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO ? FNDE SBS Q.2 Bloco F Edifício FNDE ? 70.070-929 ? Brasília, DF Telefone: (61) 2022-4165 ? Site: www.fnde.gov.br 19 Peças pré-fabricadas em concreto com 16 furos e medidas 40x40x10cm, de primeira qualidade, leves, com as faces planas, e cor uniforme. O acabamento deve ser em pintura acrílica segundo cor indicada no quadro de cores. Compoem o pano de cobogós base, pilaretes e testeira superior em concreto aparente, todos com h=10 cm. - Largura 40 cm; Altura 40 cm; Profundidade 10 cm; 4.2.2.2. Seqüência de execução: Os blocos devem ser assentados com argamassa de cimento, areia e adesivo plastificante (vedalit) e revestidas conforme especificações do projeto de arquitetura 4.2.2.3. Conexões e interfaces com os demais elementos construtivos Para bom acabamento deve-se executar moldura em concreto, ao redor de cada conjunto dos elementos, com espessura = 10 cm, conforme projeto arquitetônico. Iniciar pelo piso, assentar os elementos vazados, realizar os fechamento laterais e superior. 4.2.2.4. Aplicação no Projeto: Muretas divisórias dos solários h = 100 cm ou 180 cm ? cor amarela 4.2.2.5. Normas Técnicas relacionadas: - ABNT NBR 6136, Blocos vazados de concreto simples para alvenaria - Requisitos; 4.2.3. Vergas e Contravergas em concreto 4.2.3.1. Caracteristicas e Dimensões do Material As vergas serão de concreto, com 0,10m x 0,10m (altura e espessura), e comprimento variável, embutidas na alvenaria. 4.2.3.2. Seqüência de execução: Estes elementos deverão ser embutidos na alvenaria, apresentando comprimento de 0,30m mais longo em relação aos dois lados de cada vão. Caso, por exemplo, a janela possua 1,20m de largura, a verga e contra-verga terão comprimento de 1,80m. 4.2.3.3. Aplicação no Projeto e Referências com os Desenhos: Em todas as equadrias do projeto. 4.3. ESTRUTURAS DE COBERTURAS 4.3.1. Madeiramento do Telhado 4.3.1.1. Caracteristicas e Dimensões do Material Ministério da Educação Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação Coordenação Geral de Infra-Estrutura - CGEST FUNDO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO ? FNDE SBS Q.2 Bloco F Edifício FNDE ? 70.070-929 ? Brasília, DF Telefone: (61) 2022-4165 ? Site: www.fnde.gov.br 20 Madeiramento do telhado em Peroba ou espécies de madeira apropriadas, conforme Classificação de Uso, construção pesada interna. Nome da peça Dimensões da Seção Transversal em cm Pontaletes ou Colunas 15x15 Terças 6x20 Caibros 5x6 Ripas 1,5x5 Frechal 6x20 4.3.1.2. Normas Técnicas relacionadas - ABNT NBR 7190, Projeto de Estruturas de Madeira; - ABNT NBR 7203, Madeira Beneficiada. 4.4. COBERTURAS 4.4.1. Telhas Cerâmicas 4.4.1.1. Caracterização e Dimensoes do Material: Serão aplicadas telhas de barro cozidas, tipo colonial, tipo capa canal de primeira qualidade sobre ripões de madeira fixados em estrutura de concreto. - Comprimento 48cm x Largura 20cm x largura 15cm. 4.4.1.2. Seqüência de execução: Aplicação de telhas de barro cozidas, de primeira qualidade, fixadas com fios de cobre ou arame de aço galvanizado sobre ripas de madeira de 1,5x5cm, apoiados em madeiramento de telhado e fixados em estrutura de concreto. 4.4.1.3. Conexões e interfaces com os demais elementos construtivos As fixações com o madeiramento do telhado devem ser feitas conforme descritas na sequencia de execução. Os encontros com empenas e fechamentos verticais em alvenaria, devem receber rufos metálicos, para evitar infiltrações de água. Os encontros dos planos de telhado com planos horizontais de laje deverão receber calhas coletoras, conforme especificação. 4.4.1.4. Normas Técnicas relacionadas: ??ABNT NBR 8039, Projeto e execução de telhados com telhas cerâmicas tipo francesa ? Procedimento; ??ABNT NBR 8055, Parafusos, ganchos e pinos usados para a fixação de telhas de fibrocimento ? Dimensões e tipos ? Padronização; Ministério da Educação Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação Coordenação Geral de Infra-Estrutura - CGEST FUNDO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO ? FNDE SBS Q.2 Bloco F Edifício FNDE ? 70.070-929 ? Brasília, DF Telefone: (61) 2022-4165 ? Site: www.fnde.gov.br 21 4.4.2. Rufos Metálicos 4.4.2.1. Caracterização e Dimensoes do Material: Rufo externo em chapa de aço galvanizado ou aço galvalume. - Aba: 10 mm; Altura:60 mm; Largura: 170 mm; Aba 10 mm, conforme corte esquemático abaixo: - Modelo de Referência: Marca: Calha Forte; Modelo: Rufo externo corte 25 x 3m 4.4.2.2. Seqüência de execução: Fixar as chapas de aço nas telhas e platibandas. 4.4.2.3. Conexões e interfaces com os demais elementos construtivos Os rufos deverão recobrir as telhas e se estender verticalmente pela platibanda, até o encontro com a pingadeira de concreto, conforme especificação e detalhamento de projeto. 4.4.2.4. Aplicação no Projeto e Referências com os Desenhos: Telhados de toda a creche, onde existem encontros com platibandas em alvenaria vertical. 4.4.3. Pingadeiras em Concreto 4.4.3.1. Caracterização do Material: Pingadeira pré moldada em concreto, modelo rufo, reto, com friso na face inferior para proteger as superfícies verticais da platibanda da água da chuva. - Dimensões: Comprimento 100cm Largura 30cm x Altura 5cm. 4.4.3.2. Seqüência de execução: Após a execução da platibanda e sua devida impermeabilização, deve -se assentar as placas de concreto ao longo de toda sua espessura, com argamassa industrial adequada. A união entre as placas deve estar devidamente calafetada, evitando, assim, a penetração de águas pelas junções. Será utilizado rejuntamento epóxi cinza platina com especificação indicada pelo modelo referência. 4.4.3.3. Conexões e interfaces com os demais elementos construtivos Ministério da Educação Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação Coordenação Geral de Infra-Estrutura - CGEST FUNDO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO ? FNDE SBS Q.2 Bloco F Edifício FNDE ? 70.070-929 ? Brasília, DF Telefone: (61) 2022-4165 ? Site: www.fnde.gov.br 22 As pingadeiras deverão ser assentadas somente após a impermeabilização das calhas. A manta de impermeabilização cobre toda a superfície da calha, até o encontro com a pingadeira. 4.4.3.4. Aplicação no Projeto e Referências com os Desenhos: Telhados de toda a creche, encimando platibandas e empenas em alvenaria vertical. 4.5. ESQUADRIAS 4.5.1. Janelas de Alumínio 4.5.1.1. Caracteristicas e Dimensões do Material As esquadrias serão de alumínio, fixadas na alvenaria, em vãos requadrados e nivelados com o contramarco. Os vidros deverão ter espessura mínima de 6mm e ser temperados, nos casos de painéis maiores. Para especificação, observar o detalhamento das esquadrias, disponível entre os desenhos técnicos. 4.5.1.2. Seqüência de execução A colocação das peças deve garantir perfeito nivelamento, prumo e fixação, verificando se as alavancas ficam suficientemente afastadas das paredes para a ampla liberdade dos movimentos. Observar também os seguintes pontos: Para o chumbamento do contramarco, toda a superfície do perfil deve ser preenchida com argamassa de areia e cimento (traço em volume 3:1). Utilizar réguas de alumínio ou gabarito, amarrados nos perfis do contramarco, reforçando a peça para a execução do chumbamento. No momento da instalação do caixilho propriamente dito, deve haver vedação com mastique nos cantos inferiores, para impedir infiltração nestes pontos. 4.5.1.3. Conexões e interfaces com os demais elementos construtivos: As esquadrias serão fixadas em vergas de concreto, com 0,10m de espessura, embutidas na alvenaria, apresentando comprimento 0,30m mais longo em relação às laterais da janelas / portas. 4.5.1.4. Normas Técnicas relacionadas: - ABNT NBR 10821 -1: Esquadrias externas para edificações - Parte 1: Terminologia; - ABNT NBR 10821-2: Esquadrias externas para edificações - Parte 2: Requisitos e classificação; - Obras Públicas: Recomendações Básicas para a Contratação e Fiscalização de Obras de Ediifcacoes Públicas (2ª edição): TCU, SECOB, 2009. Ministério da Educação Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação Coordenação Geral de Infra-Estrutura - CGEST FUNDO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO ? FNDE SBS Q.2 Bloco F Edifício FNDE ? 70.070-929 ? Brasília, DF Telefone: (61) 2022-4165 ? Site: www.fnde.gov.br 23 4.5.2. Portas de Madeira 4.5.2.1. Caracteristicas e Dimensões do Material: Madeira Deverá ser utilizada madeira de lei, sem nós ou fendas, não ardida, isenta de carunchos ou brocas. A madeira deve estar bem seca. As folhas de porta deverão ser executadas em madeira compensada de 35 mm, com enchimento sarrafeado, semi-ôca, revestidas com compensado de 3mm em ambas as faces. Os marcos e alisares (largura 8cm) deverão ser fixados por intermédio de parafusos, sendo no mínimo 8 parafusos por marco. Ferragens As ferragens deverão ser de latão ou em liga de alumínio, cobre, magnésio e zinco, com partes de aço. O acabamento deverá ser cromado. As dobradiças devem suportar, com folga o peso das portas e o regime de trabalho que venham a ser submetidas. Os cilindros das fechaduras deverão ser do tipo monobloco. Para as portas externas, para obtenção de mais segurança, deverão ser utilizados cilindros reforçados. As portas internas poderão utilizar cilindros comuns. Nas portas indicadas em projeto, onde se atende a NBR 9050, serão colocados puxadores especiais, nos dois lados (interno e externo) de cada porta. 4.5.2.2. Seqüência de execução: Antes dos elementos de madeira receberem pintura esmalte, deverão ser lixados e receber no mínimo duas demãos de selante, intercaladas com lixamento e polimento, até possuírem as superfícies lisas e isentas de asperezas. 4.5.2.3. Aplicação no Projeto: - Portas revestidas: com pintura esmalte cor AMARELO OURO e pintura esmalte cor PLATINA, e com laminado melaminico cor BRANCO, conforme projeto e anexos 5.2. Tabela de Referencia de Cores e Acabamento e 5.4. Tabela de Esquadrias; - Conjuntos Marcos e Alisares: pintura esmalte, cor AZUL ESCURO; - Conjuntos de fechadura e maçaneta; - Dobradiças (3 ou 2* para cada folha de porta ? *portas de Box banheiros); - Puxadores (barra metálica para acessibilidade). - Tarjetas livre/ocupado (1 para cada porta). 4.5.2.4. Normas Técnicas relacionadas: - ABNT NBR 7203: Madeira serrada e beneficiada; - ABNT NBR 15930-1: Portas de madeira para edificações - Parte 1: Terminologia e simbologia; - ABNT NBR 15930-2: Portas de madeira para edificações - Parte 1: Requisitos. 4.6. IMPERMEABILIZAÇÕES 4.6.1. Manta Asfáltica Ministério da Educação Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação Coordenação Geral de Infra-Estrutura - CGEST FUNDO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO ? FNDE SBS Q.2 Bloco F Edifício FNDE ? 70.070-929 ? Brasília, DF Telefone: (61) 2022-4165 ? Site: www.fnde.gov.br 24 4.6.1.1. Caracterização e Dimensões do Material: - Manta asfáltica composta de asfalto físicamente modificado e polímeros (plastoméricos PL / elastoméricos EL), estruturada com não-tecido de filamentos contínuos de poliéster previamente estabilizado. - Bobinas de 1,0 m (largura) x 10 m (comprimento) x 4mm (espessura); - Modelo de Referencia: Torodin 4mm 4.6.1.2. Sequência de execução: Aplicar a manta asfáltica com auxílio de maçarico fazendo a aderência da manta ao primer, conforme orientação do fabricante. As emendas devem ser executadas deixando- se sobreposição de 10cm e a adesão deve ser feita com maçarico. Deve ser feito o biselamento das extremidades da manta com colher de pedreiro aquecida. Arremates de batentes, pilares e muretas devem ser efetuados. 4.6.1.3. Conexões e interfaces com os demais elementos construtivos A manta de impermeabilização deve cobrir toda a superfície da calha, subindo na vertical, no mínimo 30 cm de altura ou até o encontro com a pingadeira. Todos os cantos e arestas deverão ser arredondados com raio aproximado de 5cm a 8cm. 4.6.1.4. Aplicação no Projeto: - Calhas na cobertura. 4.6.1.5. Normas Técnicas relacionadas - ABNT NBR 9575 - Impermeabilização - Seleção e projeto; - ABNT NBR 9574 - Execução de impermeabilização ? Procedimento; - ABNT NBR 15352 - Mantas termoplásticas de polietileno de alta densidade (PEAD) e de polietileno linear (PEBDL) para impermeabilização; - ABNT NBR 9685 - Emulsão asfáltica para impermeabilização. 4.7. ACABAMENTOS/REVESTIMENTOS Foram definidos para acabamento materiais padronizados, resistentes e de fácil aplicação. Antes da execução do revestimento, deve-se deixar transcorrer tempo suficiente para o assentamento da alvenaria (aproximadamente 7 dias) e constatar se as juntas estão completamente curadas. Em tempo de chuvas, o intervalo entre o térmico da alvenaria e o início do revestimento deve ser maior. 4.7.1. Paredes externas ? Pintura Acrílica 4.7.1.1. Caracteristicas e Dimensões do Material Ministério da Educação Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação Coordenação Geral de Infra-Estrutura - CGEST FUNDO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO ? FNDE SBS Q.2 Bloco F Edifício FNDE ? 70.070-929 ? Brasília, DF Telefone: (61) 2022-4165 ? Site: www.fnde.gov.br 25 As paredes externas receberão revestimento de pintura acrílica para fachadas sobre chapisco e massa única (emboço paulista), com acabamento fosco. - Modelo de Referencia: tinta Suvinil Fachada Acrílico contra Microfissuras, ou equivalente, nas cores indicadas no item 4.7.1.3. 4.7.1.2. Seqüência de execução: Ressalta-se a importância de teste das tubulações hidrossanitárias, antes de iniciado qualquer serviço de revestimento. Após esses testes, recomenda-se o enchimento dos rasgos feitos durante a execução das instalações, a limpeza da alvenaria, a remoção de eventuais saliências de argamassa das justas. As áreas a serem pintadas devem estar perfitamente secas, afim de evitar a formação de bolhas. 4.7.1.3. Aplicação no Projeto: - Fachada ? acima do barrado cerâmico e até a linha inferior da laje ? Cor Branco Gelo; - Solários - Muros de Cobogos - cor amarelo ouro. 4.7.1.4. Normas Técnicas relacionadas: _ ABNT NBR 11702: Tintas para construção civil ? Tintas para edificações não industriais ? Classificação; _ ABNT NBR 13245: Tintas para construção civil - Execução de pinturas em edificações não industriais - Preparação de superfície. 4.7.2. Paredes externas ? Cerâmica 10cmx10cm 4.7.2.1. Caracteristicas e Dimensões do Material Revestimento em cerâmica 10X10 cm, para áreas externas, nas cores azul escuro e vermelho, conforme especificado nos desenhos técnicos, denominados de fachadas. - Modelo de Referência: Marca: Tecnogres: 1 - Modelo: BR 10110; linha: 10x10 antipichação; cor vermelho, brilho; 2 - Modelo: BR 10180; linha: 10x10 antipichação; cor azul escuro, brilho; ou Marca: Eliane: 1 - Linha: Fachadas Aquitetural; Modelo: Cereja 10x10; 2 - Linha: Fachadas Aquitetural; Modelo: Azul escuro/1 10x10. - Comprimento 10cm x Largura 10cm. 4.7.2.2. Seqüência de execução Ressalta-se a importância de teste das tubulações hidrossanitárias, antes de iniciado qualquer serviço de revestimento. Após esses testes, recomenda-se o enchimento dos rasgos feitos durante a execução das instalações, a limpeza da alvenaria, a remoção de eventuais saliências de argamassa das justas e o umedecimento da área a ser revestida. Ministério da Educação Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação Coordenação Geral de Infra-Estrutura - CGEST FUNDO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO ? FNDE SBS Q.2 Bloco F Edifício FNDE ? 70.070-929 ? Brasília, DF Telefone: (61) 2022-4165 ? Site: www.fnde.gov.br 26 Serão assentadas com argamassa industrial indicada para áreas externas, obedecendo rigorosamente a orientação do fabricante quanto à espessura das juntas, realizando o rejuntamento com rejunte epóxi, recomendado pelo fabricante. 4.7.2.3. Aplicação no Projeto: - Fachada - Barrado inferior - até a altura de 0,50m do piso ? Cor Azul Escuro - Fachada - platibandas e empenas laterais ? desde a linha inferior da laje até o topo do elemento - cor azul escuro. - Fachada ? Moldura das Janelas ? uma fiada ao redor de toda a janela ? cor vermelho. 4.7.2.4. Normas Técnicas relacionadas: _ ABNT NBR 13755: Revestimento de parades externas e fachadas com placas cerâmicas e com utilização de argamassa colante ? Procedimento; 4.7.3. Paredes internas - áreas secas Todas as paredes internas, devido a facilidade de limpeza e maior durabilidade, receberão revestimento cerâmico à altura de 1,20m, sendo o acabamento superior um friso horizontal (rodameio) de 0,10m de largura em madeira, onde serão fixados ganchos, quadros, pregos, etc. Acima do friso de madeira, haverá pintura em tinta acrílica acetinada lavável sobre massa corrida PVA. 4.7.3.1. Caracterização e Dimensões dos Materiais: Cerâmica (30x40cm): - Revestimento em cerâmica 30X40cm, branco gelo, do piso à altura de 1,20m. - Será utilizado rejuntamento epóxi cinza platina com especificação indicada pelo modelo referência. - Comprimento 40cm x Largura 30cm. Faixa de madeira (10cm): - Tábua de madeira com espessura de 2cm, altura de 10cm, que será parafusada acima do revestimento cerâmico (do piso à altura de 1,20m). - Modelo de referência: tábua de Ipê ou Cedro (escolher de acordo com disponibilidade de madeira da região). - Acabamento com verniz fosco. Pintura: - Acima da faixa de madeira (h=1,30m) as paredes deverão ser pintadas, com tinta acrílica acetinada, cor: MARFIM ? da faixa de madeira ao teto. - Modelo de referência: Tinta Suvinil Acrílico cor Marfim, ou equivalente. 4.7.3.2. Aplicação no Projeto: - Todas as paredes internas dos ambientes secos. Ministério da Educação Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação Coordenação Geral de Infra-Estrutura - CGEST FUNDO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO ? FNDE SBS Q.2 Bloco F Edifício FNDE ? 70.070-929 ? Brasília, DF Telefone: (61) 2022-4165 ? Site: www.fnde.gov.br 27 4.7.4. Paredes internas ? áreas molhadas Com a finalidade de diferenciar os banheiros uns dos outros, mantendo a mesma especificação de cerâmica para todos, as paredes receberão faixa de cerâmica 10x10cm nas cores vermelha (feminino) e azul (masculino), a 1,80m do piso, conforme especificação de projeto. Abaixo dessa faixa, será aplicada cerâmica 30x40cm, e acima dela, pintura com tinta epóxi a base de água, acabamento acetinado, sobre massa acrílica PVA, conforme esquema de cores definida no projeto. 4.7.4.1. Caracterização e Dimensões do Material: Cerâmica (30x40cm): Revestimento em cerâmica cerâmica 30X40cm, branco gelo. - Comprimento 40cm x Largura 30cm. - Será utilizado rejuntamento epóxi cinza platina com especificação indicada pelo modelo referência. Cerâmica (10x10cm): Revestimento em cerâmica 10X10 cm, nas cores azul escuro e vermelho, nos sanitários. - Comprimento 10cm x Largura 10cm. - Modelo de Referência: Marca: Tecnogres: 1 - Modelo: BR 10110; linha: 10x10 antipichação; cor vermelho, brilho; 2 - Modelo: BR 10180; linha: 10x10 antipichação; cor azul escuro, brilho; ou Marca: Eliane: 1 - Linha: Fachadas Aquitetural; Modelo: Cereja 10x10 2 - Linha: Fachadas Aquitetural; Modelo: Azul escuro/1 10x10 Pintura: - As paredes (acima da faixa de cerâmica de 10x10cm até o teto) receberão revestimento de pintura acrílica sobre massa corrida, aplicada sobre o reboco desempenado fino, cor: BRANCO GELO. - Modelo de referência: Tinta Suvinil Banheiros (epóxi a base de água), com acabamento acetinado, cor Branco Gelo, ou equivalente. 4.7.4.2. Seqüência de execução: As cerâmicas serão assentadas com argamassa industrial indicada para áreas internas, obedecendo rigorosamente a orientação do fabricante quanto à espessura das juntas. A última demão de tinta deverá ser feita após a instalações das portas e divisórias quando da finalização dos ambientes. 4.7.4.3. Aplicação no Projeto: - Bloco Pedagógico 01 ? Sanitários Infantis mistos Creche 02 - Ceramica branca 30x40 até 1,80m - uma (01) fiada acima de 1,80m ? cor vermelho - pintura acima de 1,90m. Ministério da Educação Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação Coordenação Geral de Infra-Estrutura - CGEST FUNDO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO ? FNDE SBS Q.2 Bloco F Edifício FNDE ? 70.070-929 ? Brasília, DF Telefone: (61) 2022-4165 ? Site: www.fnde.gov.br 28 4.7.4.4. Normas Técnicas relacionadas: ??ABNT NBR 13816, Placas cerâmicas para revestimento ? Terminologia; ??ABNT NBR 13817, Placas cerâmicas para revestimento ? Classificação; - ABNT NBR 13.818/1997: Placas Cerâmicas para Revestimento ? Especificação e Métodos de Ensaio (descrição dos parâmetros dos ensaios). 4.7.5. Piso Continuo em Granitina 4.7.5.1. Caracterização e Dimesões do Material: - Piso contínuo em granitina com 17mm de altura (juntas plásticas niveladas), cor cinza claro; - Placas de: 1,20m (comprimento) x 1,20m (largura) x 17mm (altura) 4.7.5.2. Seqüência de execução: Revestimento monolítico, proporciona melhor assepsia que pisos em placas, pois não necessita de rejunte. Possui ótima resistência aos esforços leves e médios, garantindo maior durabilidade, higiene, segurança e acabamento estético. Deve ser aplicada sobre base de argamassa de regularização (traço 1:3, cimento e areia), de espessura mínima de 2 cm; Pode ser aplicado sobre o concreto ainda fresco (úmido sobre úmido) ou ainda sobre um concreto curado (úmido sobre seco). No sistema úmido sobre seco, recomenda-se utilizar processos mecânicos (fresagem) e químicos (adesivos) para garantir uma perfeita ponte de aderência. O polimento é dado com passagem de politrizes planetárias dotadas de pedras de esmeril que proporcionaram um acabamento superficial liso. 4.7.5.3. Conexões e interfaces com os demais elementos construtivos: - Deverá ser feito apicoamento e lavagem da laje de contrapiso. 4.7.5.4. Aplicação no Projeto: - Área de circulação. 4.7.6. Piso Vinilico em manta - *alternativa para regiões frias 4.7.6.1. Caracterização e Dimesões do Material: - Piso vinílico em manta, antiderrapante e com agente bacteriostatico para a redução da proliferação de bactérias. - Mantas de: 20,00m (comprimento) x 2,00m (largura) x 2mm (espessura) - Modelo de Referência: Marca: Fademac; Coleção: Absolute; Linha: Totalsafe; Cor: Areia ou Quartzo; Disponível em mantas de 2x20m com 2mm de espessura. Ministério da Educação Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação Coordenação Geral de Infra-Estrutura - CGEST FUNDO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO ? FNDE SBS Q.2 Bloco F Edifício FNDE ? 70.070-929 ? Brasília, DF Telefone: (61) 2022-4165 ? Site: www.fnde.gov.br 29 4.7.6.2. Seqüência de execução: - As mantas ou placas devem ser aplicadas sobre contrapiso que deve estar seco e isento de qualquer umidade, perfeitamente curado, impermeabilizado, totalmente isento de vazamentos hidráulicos; limpo,firme: sem rachaduras, peças de cerâmica ou pedras soltas; o contrapiso deve também estar liso: sem depressões ou desníveis maiores que 1mm que não possam ser corrigidos com a massa de preparação; O contrapiso deve receber massa de preparação para correção da aspereza da superficie ? conforme descrição no caderno de encargos ? e a camada de massa após secagem, deve ser lixada e o pó aspirado. O piso deve ser fixado com adesivo acrílico adequado, indicado pelo fabricante do piso. 4.7.6.3. Conexões e interfaces com os demais elementos construtivos: - A conexão entre a manta aplicada sobre o contrapiso e a parede deve ser feita utilizando-se a peça: Arremate de rodapé, especificada pelo fabricante do piso Modelo de Referência: Marca: Fademac; Cor: 913 ou 995; Disponível em embalagens de 50m: 2x25m 4.7.6.4. Aplicação no Projeto: - Salas de aula. 4.7.6.5. Normas Técnicas relacionadas: _ ABNT NBR 7374, Placa vinílica semiflexível para revestimento de pisos e paredes - Requisitos e métodos de ensaio; _ ABNT NBR 7375, Placa vinílica para revestimento de piso e parede - Verificação da estabilidade da cor sob ação da luz do dia; ??ABNT NBR 14851-1, Revestimentos de pisos - Mantas (rolos) e placas de linóleo - Parte 1: Classificação e requisitos; ??ABNT NBR 14851, Revestimentos de pisos - Mantas (rolos) e placas de linóleo - Parte 2: Procedimento para aplicação e manutenção; ??ABNT NBR 14917-1, Revestimentos resilientes para pisos ? Manta (rolo) ou placa (régua) vinílica flexível homogênea ou heterogênea em PVC - Parte 1: Requisitos, características e classes; 4.7.7. Piso em Cerâmica 40x40 cm 4.7.7.1. Caracterização e Dimensões do Material: - Pavimentação em piso cerâmico PEI-5; - Peças de aproximadamente: 0,40m (comprimento) x 0,40m (largura) - Modelos de Referência: Marca: Eliane; Coleção: Cargo Plus White, Cor: Branco.(410mm x 410mm) Marca: Incefra Tecnica Alta Performance ? ref. PS30910 (415mm x415 mm) Ministério da Educação Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação Coordenação Geral de Infra-Estrutura - CGEST FUNDO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO ? FNDE SBS Q.2 Bloco F Edifício FNDE ? 70.070-929 ? Brasília, DF Telefone: (61) 2022-4165 ? Site: www.fnde.gov.br 30 4.7.7.2. Seqüência de execução: O piso será revestido em cerâmica 40cmx40cm branco gelo PEI-05, assentada com argamassa industrial adequada para o assentamento de cerâmica e espaçadores plásticos em cruz de dimensão indicada pelo modelo referência. Será utilizado rejuntamento epóxi cinza platina com dimensão indicada pelo modelo referência. 4.7.7.3. Conexões e interfaces com os demais elementos construtivos: As pecas cerâmicas serão assentadas com argamassa industrial adequada para o assentamento de cerâmica, sobre contrapiso de concreto. O encontro com os fechamentos verticais revestidos com cerâmica, 4.7.7.4. Aplicação no Projeto: - Salas de aula e sanitários infantis. 4.7.7.5. Normas Técnicas relacionadas: _ ABNT NBR 9817, Execução de piso com revestimento cerâmico ? Procedimento; _ ABNT NBR 13816, Placas cerâmicas para revestimento ? Terminologia; _ ABNT NBR 13817, Placas cerâmicas para revestimento ? Classificação; _ ABNT NBR 13818, Placas cerâmicas para revestimento ? Especificação e métodos de ensaios. 4.7.8. Soleira em granito 4.7.8.1. Caracterização e Dimensões do Material: Trata-se de uma material de alta resistência, com pequena porosidade, resistente à água, de fácil manuseio e adequação às medidas do local. - Dimensões: L (comprimento variável) x 15cm (largura) x 17mm (altura) - Modelo de Referência: Granito Cinza Andorinha. 4.7.8.2. Conexões e interfaces com os demais elementos construtivos: As soleiras de granito devem estar niveladas com o piso mais elevado. A espessura usual do granito acabado é 2cm, portanto, uma das faces da soleira deve ser polida, pois ficará aparente quando encontrar com o piso que estiver assentado no nível inferior. 4.7.8.3. Aplicação no Projeto: Abaixo das portas; entre os ambientes onde há desnível de piso; entre ambientes onde há mudanção da paginação de piso; 4.7.8.4. Normas Técnicas relacionadas: Ministério da Educação Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação Coordenação Geral de Infra-Estrutura - CGEST FUNDO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO ? FNDE SBS Q.2 Bloco F Edifício FNDE ? 70.070-929 ? Brasília, DF Telefone: (61) 2022-4165 ? Site: www.fnde.gov.br 31 _ ABNT NBR 15844:2010 - Rochas para revestimento - Requisitos para granitos. 4.7.9. Piso em Cimento desempenado 4.7.9.1. Caracterização e Dimensões do Material: - Pavimentação em cimento desempenado, com argamassa de cimento e areia; com 3cm de espessura e acabamento camurçado; - Placas de: 1,20m (comprimento) x 1,20m (largura) x 3cm (altura) 4.7.9.2. Seqüência de execução: - Serão executados pisos cimentados com 3cm de espessura de cimento e areia, traço 1:3, acabamento camurçado, sobre piso de concreto com 7 cm de espessura. Os pisos levarão juntas de dilatação com perfis retos e alinhados, distanciadas a cada 1,20m. Deve ser previsto um traço ou a adição de aditivos ao cimentado que resultem em um acabamento liso e pouco poroso. Deve ser considerada declividade mínima de 0,5% em direção às canaletas ou pontos de escoamente de água. A superfície final deve ser desempenada. 4.7.9.3. Aplicação no Projeto: - Solários e calçadas externas; 4.7.9.4. Normas Técnicas relacionadas: _ ABNT NBR 12255:1990 ? Execução e utilização de passeios públicos. 4.7.10. Piso Tátil ? Direcional e de Alerta 4.7.10.1. Caracterização e Dimensões do Material: Piso cromo diferenciado tátil de alerta / direcional, em borracha para áreas internas. Recomenda-se a utilização do tipo integrado (de borracha), para uso em areas internas - inclusive molhadas e molháveis. Pisos em placas de borracha, de assentamento com argamassa, indicados para aplicação em áreas internas e externas. Neste caso, não deve haver desnível com relação ao piso adjacente, exceto aquele existente no próprio relevo. - Dimensões: placas de dimensões 300x300 , espessura 7mm, - Modelo de Referencia: Daud, Steel Rubber; Cor: cinza; 4.7.10.2. Seqüência de execução: Áreas internas: Pisos de borracha assentado com argamassa: o contra piso deve ser feito com argamassa de cimento e areia no traço 1:3, nivelado, desempenado e rústico. Efetuar excelente limpeza com vassoura e água e molhar o contra piso com água e cola Ministério da Educação Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação Coordenação Geral de Infra-Estrutura - CGEST FUNDO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO ? FNDE SBS Q.2 Bloco F Edifício FNDE ? 70.070-929 ? Brasília, DF Telefone: (61) 2022-4165 ? Site: www.fnde.gov.br 32 branca. A argamassa de assentamento deve ter traço 1:2, com mistura de cola branca e água na proporção 1:7 (aproximadamente, 1 saco de 50kg de cimento : 4 latas de 18 litros de areia : 5 litros de cola branca : 35 litros de água). Assentar o piso batendo com martelo de borracha (ou batedor de madeira) até o piso atingir a posição desejada e o perfeito nivelamento com o piso adjacente. 4.7.10.3. Conexões e interfaces com os demais elementos construtivos: Não deve haver desnível com relação ao piso adjacente, exceto aquele existente no próprio relevo. 4.7.10.4. Aplicação no Projeto: Na sinalização da circulação, indicando o caminho a ser percorrido, desde o hall de entrada até a porta de cada ambiente, conforme projeto arquitetônico e obedecendo aos critérios estabelecidos na ABNT NBR 9050; 4.7.11. Tetos 4.7.11.1. Características e Dimensões do Material: Teto em laje, com reboco liso. Pintura PVA cor BRANCO NEVE (acabamento fosco) sobre massa corrida PVA. 4.7.11.2. Aplicação no Projeto e Referências com os Desenhos: Pintura em todas as lajes. 4.7.12. Louças Visando facilitar a aquisição e futuras substituições das bacias sanitárias, das cubas e dos lavatórios, o projeto padrão adota todas as louças da escola na cor branca e com as seguintes sugestões, conforme modelos de referência abaixo. 4.7.12.1. Caracterização do Material: Os modelos de referência estão indicados no anexo 5.3 (louças e metais). 4.7.12.2. Aplicação no Projeto e Referências com os Desenhos: - 08 cubas de embutir ovais (sanitários infantis); - 12 bacias infantis, incluir assento(sanitários Infantis). 4.7.13. Metais / Plásticos Ministério da Educação Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação Coordenação Geral de Infra-Estrutura - CGEST FUNDO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO ? FNDE SBS Q.2 Bloco F Edifício FNDE ? 70.070-929 ? Brasília, DF Telefone: (61) 2022-4165 ? Site: www.fnde.gov.br 33 Visando facilitar a aquisição e futuras substituições das torneiras, das válvulas de descarga e das cubas de inox, o projeto padrão sugere que todos os metais da escola sejam de marcas difundidas em todo território nacional, conforme modelos de referência abaixo. Serão sugeridos neste Memorial apenas os itens de metais aparentes, todos os complementos (ex.: sifões, válvulas para ralo das cubas, acabamentos dos registros) deverão ser incluídos na planilha orçamentária, seguindo o padrão de qualidade das peças aqui especificadas. 4.7.13.1. Caracterização do Material: Os modelos de referência estão indicados na tabela 5.3 (louças e metais). 4.7.13.2. Aplicação no Projeto: - 08 torneiras de mesa (bica baixa) para cubas de louça ovais (sanitários infantis); - 01 torneira de parede (solário). - 04 acabamentos de registro / torneiras de parede (para chuveiros); - 08 válvulas de descarga (sanitários infantis); - 08 Papeleiras (sanitários infantis); - 02 barras de apoio (sanitários infantis). - 04 chuveiros elétricos com mangueira plástica (sanitários infantis); - 02 dispenser para toalha de papel; - 06 dispenser para sabonete liquido. 4.7.14. Bancadas e divisórias em granito 4.7.14.1. Caracteristicas e Dimensoes do Material: Granito cinza andorinha,acabamento Polido - Dimensões variáveis, conforme projeto. - Altura das divisórias: painéis de 1,50m nos sanitários infantis (vão com altura de 15cm do piso ao início do painel); - A altura de instalação das bancadas varia (adultos e crianças). *Ver desenho técnico de ampliação dos sanitários. - Espessura do granito: 20mm. 4.7.14.2. Seqüência de execução: A fixação das bancadas de granito só poderá ser feita após a colagem das cubas (realizada pela marmoraria). Para a instalação das bancadas de granito, deve ser feito um rasgo no reboco, para o chumbamento dentro da parede. - Nas bancadas, haverá ½ parede de tijolos (espessura 10cm) para apoio das bancadas e fixação com mão francesa metalica, se especificado em projeto. 4.7.14.3. Aplicação no Projeto: - Sanitário infantis 4.7.15. Elementos Metálicos 4.7.15.1. Esquadrias em Aluminio Ver item 4.5. Observar item 7.Anexos, tabela 7.4 (esquadrias). Ministério da Educação Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação Coordenação Geral de Infra-Estrutura - CGEST FUNDO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO ? FNDE SBS Q.2 Bloco F Edifício FNDE ? 70.070-929 ? Brasília, DF Telefone: (61) 2022-4165 ? Site: www.fnde.gov.br 34 4.7.15.2. Ferragens para portas de madeira Ver item 4.5.2 (portas de madeira). Observar item 7.Anexos, tabela 7.4 (esquadrias). 4.7.15.3. Portas e Gradis Metalicos (incluir ferragens) 4.7.15.3.1. Caracteristicas e Dimensões do Material: Gradil e Portão metálico composto de quadros estruturais em tubo de aço galvanizado a fogo, tipo industrial, requadros para fixação da tela em barra chata galvanizada e fechamento de tela de arame galvanizado em malha quadrangular com espaçamento de 2?. - Dimensões: Quadros estruturais em tubo de aço galvanizado - Ø=1 1/2? e=2mm; - Requadros para fixação da tela em barra chata galvanizada - 3/4? e=3/16?; - Batedor em barra chata galvanizada - 3/4? e=3/16? - Trava de fechamento em barra redonda galvanizada a fogo (Ø=1/2?) - Porta-cadeado em barra chata galvanizada (1 1/4? e=3/16?); - Tela de arame galvanizado (fio 10 = 3,4mm) em malha quadrangular com espaçamento de 2?. 4.7.15.3.2. Seqüência de execução: Os montantes e o travamento horizontal deverão ser fixados por meio de solda elétrica em cordões corridos por toda a extensão da superfície de contato. Todos os locais onde houver ponto de solda e/ou corte, devem estar isentos de rebarbas, poeira, gordura, graxa, sabão, ferrugem ou qualquer outro contaminante. A tela deverá ser esticada, transpassada e amarrada no requadro do portão. Ministério da Educação Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação Coordenação Geral de Infra-Estrutura - CGEST FUNDO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO ? FNDE SBS Q.2 Bloco F Edifício FNDE ? 70.070-929 ? Brasília, DF Telefone: (61) 2022-4165 ? Site: www.fnde.gov.br 35 5. HIDRAULICA Ministério da Educação Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação Coordenação Geral de Infra-Estrutura - CGEST FUNDO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO ? FNDE SBS Q.2 Bloco F Edifício FNDE ? 70.070-929 ? Brasília, DF Telefone: (61) 2022-4165 ? Site: www.fnde.gov.br 36 5.1. INSTALAÇÕES DE ÁGUA FRIA Como dito anteriormente, o módulo de ampliação faz parte de um conjunto maior, que é o Proinfância tipo B, sendo assim, muitos elementos do projeto de hidráulica já estão previsto no projeto do Proinfância tipo B, não sendo necessário repeti-los no módulo de ampliação, tais como: o reservatório, o hidrômetro, a casa de bombas etc. O módulo de ampliação possuirá instalação de água fria para atender aos sanitários infantis, ao bebedouro e a torneira do solário, conforme detalhado nos desenhos técnicos. 5.1.1. Instalação de água fria do Proinfância tipo B A seguir descrevemos a instalação de água fria do Proinfância tipo B para melhor compreensão do sistema. Para o abastecimento de água potável dos estabelecimentos de ensino, foi considerado um sistema indireto, ou seja, a água proveniente da rede pública não segue diretamente aos pontos de consumo, ficando armazenada em reservatórios, que têm por finalidade principal garantir o suprimento de água da edificação em caso de interrupção do abastecimento pela concessionária local de água e uniformizar a pressão nos pontos e tubulações da rede predial. A reserva que foi estipulada o Proinfância tipo B é equivalente a dois consumos diários da edificação. A nova rede deve ser ligara a rede existente. 5.1.2. Normas Tecnicas relacionadas ? ABNT NBR 5626, Instalação predial de água fria; ? ABNT NBR 5648, Tubo e conexões de PVC-U com junta soldável para sistemas prediais de água fria ? Requisitos; ? ABNT NBR 5680, Dimensões de tubos de PVC rígido; ? ABNT NBR 5683, Tubos de PVC ? Verificação da resistência à pressão hidrostática interna; ? ABNT NBR 9821, Conexões de PVC rígido de junta soldável para redes de distribuição de água ? Tipos ? Padronização; ? ABNT NBR 10281, Torneira de pressão ? Requisitos e métodos de ensaio; ? ABNT NBR 11778, Aparelhos sanitários de material plástico ? Especificação; ? ABNT NBR 14011, Aquecedores instantâneos de água e torneiras elétricas ? Requisitos; ? ABNT NBR 14121, Ramal predial ? Registros tipo macho em ligas de cobre ? Requisitos; ? ABNT NBR 14162, Aparelhos sanitários ? Sifão ? Requisitos e métodos de ensaio; ? ABNT NBR 14877, Ducha Higiênica ? Requisitos e métodos de ensaio; ? ABNT NBR 14878, Ligações flexíveis para aparelhos hidráulicos sanitários ? Requisitos e métodos de ensaio; Ministério da Educação Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação Coordenação Geral de Infra-Estrutura - CGEST FUNDO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO ? FNDE SBS Q.2 Bloco F Edifício FNDE ? 70.070-929 ? Brasília, DF Telefone: (61) 2022-4165 ? Site: www.fnde.gov.br 37 ? ABNT NBR 15097-1, Aparelhos sanitários de material cerâmico ? Parte 1: Requisitos e métodos de ensaios; ? ABNT NBR 15097-2, Aparelhos sanitários de material cerâmico ? Parte 2: Procedimentos para instalação; ? ABNT NBR 15206, Instalações hidráulicas prediais ? Chuveiros ou duchas ? Requisitos e métodos de ensaio; ? ABNT NBR 15423, Válvulas de escoamento ? Requisitos e métodos de ensaio; ? ABNT NBR 15491, Caixa de descarga para limpeza de bacias sanitárias ? Requisitos e métodos de ensaio; ? ABNT NBR 15704-1, Registro ? Requisitos e métodos de ensaio ? Parte 1: Registros de pressão; ? ABNT NBR 15705, Instalações hidráulicas prediais ? Registro de gaveta ? Requisitos e métodos de ensaio; ? ABNT NBR 15857, Válvula de descarga para limpeza de bacias sanitárias ? Requisitos e métodos de ensaio; ? Normas Regulamentadoras do Capítulo V - Título II, da CLT, relativas à Segurança e Medicina do Trabalho: ? NR 24 - Condições Sanitárias e de Conforto nos Locais de Trabalho; ? DMAE - Código de Instalações Hidráulicas; ? EB-368/72 - Torneiras; ? NB-337/83 - Locais e Instalações Sanitárias Modulares. 5.2. INSTALAÇÕES DE ÁGUAS PLUVIAIS A captação das águas pluviais foi definida de duas formas: através das calhas de cobertura e das calhas de piso. As águas de escoamento superficial serão coletadas por caixas de ralo, distribuídas pelo terreno conforme indicação do projeto. Dessas caixas sairão condutores horizontais que as interligam com as caixas de inspeção. O projeto de drenagem de águas pluviais compreende: - Calhas de cobertura: para a coleta das águas pluviais provenientes de parte interna da cobertura dos blocos e pátio; - Condutores verticais (AP): para escoamento das águas das calhas de cobertura até as caixas de inspeção ou calhas de piso situadas no terreno; Ralos hemisféricos (RH): ralo tipo abacaxi nas junções entre calhas de cobertura e condutores verticais para impedir a passagem de detritos para a rede de águas pluviais; A rede de águas pluviais proposta será ligada a rede existente do Proinfância tipo B, que possui também os seguintes componentes: Calhas de piso (CP): canaleta coletora para drenagem das águas provenientes dos pátios e solários; Caixa de ralo (CR): caixa coletora para drenagem de águas superficiais. Trata-se de uma caixa em alvenaria de tijolos maciços e fundo em concreto com grelha de ferro fundido 40x40cm; Ministério da Educação Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação Coordenação Geral de Infra-Estrutura - CGEST FUNDO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO ? FNDE SBS Q.2 Bloco F Edifício FNDE ? 70.070-929 ? Brasília, DF Telefone: (61) 2022-4165 ? Site: www.fnde.gov.br 38 Caixa de inspeção (CI): para inspeção da rede, com dimensões de 60x60cm, profundidade conforme indicado em projeto, com tampa de ferro fundido 60x60cm tipo leve, removível; Poço de visita (PV): para inspeção da rede, com dimensões de 110x110cm, profundidade conforme indicado em projeto, acesso com diâmetro de 60cm, com tampa de ferro fundido de 60cm tipo pesado, articulada; Ramais horizontais: tubulações que interligam as caixas de inspeção e poços de visita, escoando águas provenientes dos condutores verticais e águas superficiais provenientes das áreas gramadas. 5.2.1. Normas Tecnicas Relacionadas ? ABNT NBR 5680, Dimensões de tubos de PVC rígido; ? ABNT NBR 5688, Tubos e conexões de PVC-U para sistemas prediais de água pluvial, esgoto sanitário e ventilação ? Requisitos; ? ABNT NBR 7231, Conexões de PVC ? Verificação do comportamento ao calor; ? ABNT NBR 8890, Tubo de concreto de seção circular para águas pluviais e esgotos sanitários ? Requisitos e métodos de ensaios; ? ABNT NBR 10844, Instalações prediais de águas pluviais ? Procedimento; ? ABNT NBR 15645, Execução de obras de esgoto sanitário e drenagem de águas pluviais utilizando-se tubos e aduelas de concreto. 5.3. INSTALAÇÕES DE ESGOTO SANITÁRIO A instalação predial de esgoto sanitário foi baseada segundo o Sistema Dual que consiste na separação dos esgotos primários e secundários através de um desconector, conforme ABNT NBR 8160 ? Sistemas prediais de esgoto sanitário ? Projeto e execução. As caixas de inspeções deverão ser localizadas nas áreas externas dos blocos e fora das projeções dos solários e pátios. Todos os tubos e conexões da rede de esgoto deverão ser em PVC rígido. A destinação final do sistema de esgoto sanitário deverá ser feita em rede pública de coleta de esgoto sanitário, quando não houver disponível, adotar a solução individual de destinação de esgotos sanitários. O sistema predial de esgotos sanitários consiste em um conjunto de aparelhos, tubulações, acessórios e desconectores e é dividido em dois subsistemas: 5.3.1. Subsistema de Coleta e Transporte Todos os trechos horizontais previstos no sistema de coleta e transporte de esgoto sanitário devem possibilitar o escoamento dos efluentes por gravidade, através de uma declividade constante. Recomendam-se as seguintes declividades mínimas: ? 1,5% para tubulações com diâmetro nominal igual ou inferior a 75mm; ? 1% para tubulações com diâmetro nominal igual ou superior a 100mm. Os coletores enterrados deverão ser assentados em fundo de vala nivelado, compactado e isento de materiais pontiagudos e cortantes que possam causar algum dano à tubulação durante a colocação e compactação. Em situações em que o fundo de vala possuir material rochoso ou irregular, aplicar uma camada de areia e compactar, de forma a Ministério da Educação Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação Coordenação Geral de Infra-Estrutura - CGEST FUNDO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO ? FNDE SBS Q.2 Bloco F Edifício FNDE ? 70.070-929 ? Brasília, DF Telefone: (61) 2022-4165 ? Site: www.fnde.gov.br 39 garantir o nivelamento e a integridade da tubulação a ser instalada. Após instalação e verificação do caimento os tubos deverão receber camada de areia com recobrimento mínimo de 20cm. Após recobrimento dos tubos poderá ser a vala recoberta com solo normal. 5.3.2. Subsistema de Ventilação Todas as colunas de ventilação devem possuir terminais de ventilação instalados em suas extremidades superiores e estes devem estar a 30cm acima do nível do telhado. As extremidades abertas de todas as colunas de ventilação devem ser providas de terminais tipo chaminé, que impeçam a entrada de águas pluviais diretamente aos tubos de ventilação. 5.3.3. Solução Individual de Destinação de Esgotos Sanitários Nos municípios em que não houver rede pública de coleta de esgotos na região do estabelecimento de ensino, quando as condições do solo e a legislação ambiental vigente permitirem, serão instaladas soluções individuais de destinação dos esgotos. Essa solução consiste num conjunto de fossa séptica, filtro anaeróbico e sumidouro a serem construídos conforme o Projeto Padrão disponibilizado. 5.3.4. Normas Tecnicas Relacionadas ? ABNT NBR 5645, Tubo cerâmico para canalizações; ? ABNT NBR 5688, Tubos e conexões de PVC-U para sistemas prediais de água pluvial, esgoto sanitário e ventilação ? Requisitos; ? ABNT NBR 7229, Projeto, construção e operação de sistemas de tanques sépticos; ? ABNT NBR 7362-1, Sistemas enterrados para condução de esgoto ? Parte 1: Requisitos para tubos de PVC com junta elástica; ? ABNT NBR 7362-2, Sistemas enterrados para condução de esgoto ? Parte 2: Requisitos para tubos de PVC com parede maciça; ? ABNT NBR 7362-3, Sistemas enterrados para condução de esgoto ? Parte 3: Requisitos para tubos de PVC com dupla parede; ? ABNT NBR 7362-4, Sistemas enterrados para condução de esgoto ? Parte 4: Requisitos para tubos PVC com parede de núcleo celular; ? ABNT NBR 7367, Projeto e assentamento de tubulações de PVC rígido para sistemas de esgoto sanitário; ? ABNT NBR 7531, Anel de borracha destinado a tubos de concreto simples ou armado para esgotos sanitários ? Determinação da absorção de água; ? ABNT NBR 7968, Diâmetros nominais em tubulações de saneamento nas áreas de rede de distribuição, adutoras, redes coletoras de esgoto e interceptores ? Padronização; ? ABNT NBR 8160, Sistemas prediais de esgoto sanitário ? Projeto e execução; ? ABNT NBR 8161, Tubos e conexões de ferro fundido para esgoto e ventilação ? Formatos e dimensões ? Padronização; Ministério da Educação Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação Coordenação Geral de Infra-Estrutura - CGEST FUNDO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO ? FNDE SBS Q.2 Bloco F Edifício FNDE ? 70.070-929 ? Brasília, DF Telefone: (61) 2022-4165 ? Site: www.fnde.gov.br 40 ? ABNT NBR 8890, Tubo de concreto de seção circular para águas pluviais e esgotos sanitários ? Requisitos e métodos de ensaios; ? ABNT NBR 9051, Anel de borracha para tubulações de PVC rígido coletores de esgoto sanitário ? Especificação; ? ABNT NBR 9054, Tubo de PVC rígido coleto de esgoto sanitário ? Verificação da estanqueidade de juntas elásticas submetidas à pressão hidrostática externa ? Método de ensaio; ? ABNT NBR 9055, Tubo de PVC rígido coletor de esgoto sanitário ? Verificação da estanqueidade de juntas elásticas submetidas ao vácuo parcial interno ? Método de ensaio; ? ABNT NBR 9063, Anel de borracha do tipo toroidal para tubos de PVC rígido coletores de esgoto sanitário ? Dimensões e dureza ? Padronização; ? ABNT NBR 9064, Anel de borracha do tipo toroidal para tubulação de PVC rígido para esgoto predial e ventilação ? Dimensões e dureza ? Padronização; ? ABNT NBR 9648, Estudo de concepção de sistemas de esgoto sa nitário ? Procedimento; ? ABNT NBR 9649, Projeto de redes coletoras de esgoto sanitário ? Procedimento; ? ABNT NBR 9814, Execução de rede coletora de esgoto sanitário ? Procedimento; ? ABNT NBR 9822, Manuseio, armazenamento e assentamento de tubulações de poli (cloreto de vinila) não plastificado (PVC-U) para transporte de água e de tubulações de poli (cloreto de vinila) não plastificado orientado (PVC-O) para transporte de água ou esgoto sob pressão positiva; ? ABNT NBR 10569, Conexões de PVC rígido com junta elástica, para coletor de esgoto sanitário ? Tipos e dimensões ? Padronização; ? ABNT NBR 10570, Tubos e conexões de PVC rígido com junta elástica para coletor predial e sistema condominial de esgoto sanitário ? Tipos e dimensões ? Padronização; ? ABNT NBR 12266, Projeto e execução de valas para assentamento de tubulação de água esgoto ou drenagem urbana ? Procedimento; ? ABNT NBR 13969, Tanques sépticos ? Unidades de tratamento complementar e disposição final dos efluentes líquidos ? Projeto, construção e operação; ? ABNT NBR 14208, Sistemas enterrados para condução de esgotos ? Tubos e conexões cerâmicas com junta elástica ? Requisitos; ? ABNT NBR 14486, Sistemas enterrados para condução de esgoto sanitário ? Projeto de redes coletoras com tubos de PVC; ? ABNT NBR 15645, Execução de obras de esgoto sanitário e drenagem de águas pluviais utilizando-se tubos e aduelas de concreto; ? ABNT NBR 15952, Sistemas para redes de distribuição e adução de água e transporte de esgotos sob pressão ? Verificação da estanqueidade hidrostática em tubulações de polietileno; ? ABNT NBR 15979, Sistemas para distribuição e adução de água e transporte de esgotos sob pressão ? Requisitos para reparo de tubulação de polietileno PE 80 e PE 100; ? Normas Regulamentadoras do Capítulo V, Título II, da CLT, relativas à Segurança e Medicina do Trabalho: Ministério da Educação Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação Coordenação Geral de Infra-Estrutura - CGEST FUNDO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO ? FNDE SBS Q.2 Bloco F Edifício FNDE ? 70.070-929 ? Brasília, DF Telefone: (61) 2022-4165 ? Site: www.fnde.gov.br 41 ? NR 24 - Condições Sanitárias e de Conforto nos Locais de Trabalho; ? Resolução CONAMA 377 - Licenciamento Ambiental Simplificado de Sistemas de Esgotamento Sanitário. 5.4. SISTEMAS DE PROTEÇÃO CONTRA INCÊNDIO A classificação de risco para as edificações que compreendem os estabelecimentos de ensino é de risco leve, segundo a classificação de diversos Corpos de Bombeiros do país. São exigidos os seguintes sistemas: Sinalização de segurança: as sinalizações auxiliam as rotas de fuga, orientam e advertem os usuários da edificação. Extintores de incêndio: para todas as áreas da edificação os extintores deverão atender a cada tipo de classe de fogo A, B e C. A locação e instalação dos extintores constam da planta baixa e dos detalhes do projeto. Iluminação de emergência: o sistema adotado foi de blocos de 30 leds, com autonomia de 6 horas, instalados nas paredes, conforme localização e detalhes indicados no projeto. SPDA ? Sistema de proteção contra descargas atmosféricas: o sistema adotado, concepções, plantas e detalhes constam no projeto. 5.4.1. Normas Tecnicas Relacionadas ? NR 23 ? Proteção Contra Incêndios; ? NR 26 ? Sinalização de Segurança; ? ABNT NBR 5419, Proteção de estruturas contra descargas atmosféricas; ? ABNT NBR 5628, Componentes construtivos estruturais ? Determinação da resistência ao fogo; ? ABNT NBR 7195, Cores para segurança; ? ABNT NBR 9077, Saídas de Emergência em Edifícios; ? ABNT NBR 9442, Materiais de construção ? Determinação do índice de propagação superficial de chama pelo método do painel radiante ? Método de ensaio; ? ABNT NBR 10636, Parede divisórias sem função estrutural ? Determinação da resistência ao fogo ? Método de ensaio; ? ABNT NBR 10898, Sistema de iluminação de emergência; ? ABNT NBR 12693, Sistema de proteção por extintores de incêndio; ? ABNT NBR 13434-1, Sinalização de segurança contra incêndio e pânico ? Parte 1: Princípios de projeto; ? ABNT NBR 13434-2, Sinalização de segurança contra incêndio e pânico ? Parte 2: Símbolos e suas formas, dimensões e cores; ? ABNT NBR 13434-3, Sinalização de segurança contra incêndio e pânico ? Parte 3: Requisitos e métodos de ensaio; ? ABNT NBR 14432, Exigências de resistência ao fogo de elementos construtivos de edificações ? Procedimento; Ministério da Educação Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação Coordenação Geral de Infra-Estrutura - CGEST FUNDO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO ? FNDE SBS Q.2 Bloco F Edifício FNDE ? 70.070-929 ? Brasília, DF Telefone: (61) 2022-4165 ? Site: www.fnde.gov.br 42 ? ABNT NBR 15200, Projeto de estruturas de concreto em situação de incêndio; ? ABNT NBR 15808, Extintores de incêndio portáteis; ? Normas e Diretrizes de Projeto do Corpo de Bombeiros Local; ? Regulamento para a Concessão de Descontos aos Riscos de Incêndio do Instituto de Resseguros do Brasil (IRB); ? NR-10: SEGURANÇA EM INSTALAÇÕES E SERVIÇOS EM ELETRICIDADE Portaria n.º598, de 07/12/2004 (D.O.U. de 08/12/2004 ? Seção 1). Normas internacionais: ? EN 13823, Reaction to fire tests for building products ? Building products excluding floorings exposed to the thermal attack by a single burning item (SBI); ? ISO 1182, Buildings materials ? non-combustibility test; ? ISO 11925-2, Reaction to fire tests ? Ignitability of building products subjected to direct impingement of flame ? Part 2: Single-flame source test e ASTM E662 ? Standard test method for specific optical density of smoke generated by solid materials; ? ASTM E662, Standard test method for specific optical density of smoke generated by solid materials. Ministério da Educação Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação Coordenação Geral de Infra-Estrutura - CGEST FUNDO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO ? FNDE SBS Q.2 Bloco F Edifício FNDE ? 70.070-929 ? Brasília, DF Telefone: (61) 2022-4165 ? Site: www.fnde.gov.br 43 6. ELÉTRICA Ministério da Educação Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação Coordenação Geral de Infra-Estrutura - CGEST FUNDO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO ? FNDE SBS Q.2 Bloco F Edifício FNDE ? 70.070-929 ? Brasília, DF Telefone: (61) 2022-4165 ? Site: www.fnde.gov.br 44 6.1. INSTALAÇÕES ELÉTRICAS No projeto de instalações elétricas foi definido a distribuição geral das luminárias, pontos de força, comandos, circuitos, chaves, proteções e equipamentos. O atendimento à edificação foi considerado em baixa tensão, conforme a tensão operada pela concessionária local em 110V ou 220V. A rede existente de energia tem que atender a nova demanda do bloco de ampliação, conforme o projeto. A adequação do projeto foi baseada no projeto padrão 2012. Os circuitos que serão instalados seguirão os pontos de consumo através de eletrodutos, conduletes e caixas de passagem. Todos os materiais deverão ser de qualidade para garantir a facilidade de manutenção e durabilidade. As instalações elétricas foram projetadas de forma independente para cada bloco, permitindo flexibilidade na construção, operação e manutenção. Dessa forma cada bloco possui um quadro de distribuição. O alimentador do quadro de distribuição do bloco de ampliação têm origem no QGBT, localizado na sala técnica do bloco multiuso, que seguem em eletrodutos enterrados no solo conforme especificado no projeto. Os alimentadores foram dimensionados com base no critério de queda de tensão máxima admissível considerando a distância entre os quadros de distribuição e o QGBT, definidas pelo layout apresentado. O disjuntos geral do QGDB deverá ser substituído para atender a nova demanda. O projeto de 110V terá um disjuntor geral novo de 450A e o de 220V, 250A. Eventuias adequações necessárias para a instalação elétrica deverão ser arcadas pelo município. Não foram consideradas no projeto tomadas baixas em áreas de acesso irrestrito das crianças - salas de atividades, solários e sanitários infantis - por segurança dos principais usuários, que são as crianças. Todos os circuitos de tomadas serão dotados de dispositivos diferenciais residuais de alta sensibilidade para garantir a segurança. As luminárias especificadas no projeto preveem lâmpadas de baixo consumo de energia como as fluorescentes e de LED, reatores eletrônicos de alta eficiência, alto fator de potência e baixa taxa de distorção harmônica. 6.1.1. Normas Tecnicas Relacionadas ? NR 10 ? Segurança em Instalações e Serviços em Eletricidade; ? ABNT NBR 5123, Relé fotelétrico e tomada para iluminação ? Especificação e método de ensaio; ? ABNT NBR 5349, Cabos nus de cobre mole para fins elétricos ? Especificação; ? ABNT NBR 5370, Conectores de cobre para condutores elétricos em sistemas de potência; ? ABNT NBR 5382, Verificação de iluminância de interiores; ? ABNT NBR 5410, Instalações elétricas de baixa tensão; ? ABNT NBR 5413, Iluminância de interiores; ? ABNT NBR 5444, Símbolos gráficos para instalações elétricas prediais; ? ABNT NBR 5461, Iluminação; ? ABNT NBR 5471, Condutores elétricos; ? ABNT NBR 5597, Eletroduto de aço-carbono e acessórios, com revestimento protetor e rosca NPT ? Requisitos; Ministério da Educação Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação Coordenação Geral de Infra-Estrutura - CGEST FUNDO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO ? FNDE SBS Q.2 Bloco F Edifício FNDE ? 70.070-929 ? Brasília, DF Telefone: (61) 2022-4165 ? Site: www.fnde.gov.br 45 ? ABNT NBR 5598, Eletroduto de aço-carbono e acessórios, com revestimento protetor e rosca BSP ? Requisitos; ? ABNT NBR 5624, Eletroduto rígido de aço-carbono, com costura, com revestimento protetor e rosca NBR 8133 ? Requisitos; ? ABNT NBR 6516, Starters ? A descarga luminescente; ? ABNT NBR 6689, Requisitos gerais para condutos de instalações elétricas prediais; ? ABNT NBR 8133, Rosca para tubos onde a vedação não é feita pela rosca ? Designação, dimensões e tolerâncias; ? ABNT NBR 9312, Receptáculo para lâmpadas fluorescentes e starters ? Especificação; ? ABNT NBR 10898, Sistema de iluminação de emergência; ? ABNT NBR 11839, Dispositivo-fusíveis de baixa tensão para proteção de semicondutores ? Especificação; ? ABNT NBR 11841, Dispositivo-fusíveis de baixa tensão, para uso por pessoas autorizadas - Fusíveis com contatos tipo faca ? Especificação; ? ABNT NBR 11848, Dispositivo-fusíveis de baixa tensão para uso por pessoas autorizadas - Fusíveis com contatos aparafusados ? Especificação; ? ABNT NBR 11849, Dispositivo-fusíveis de baixa tensão para uso por pessoas autorizadas - Fusíveis com contatos cilíndricos ? Especificação; ? ABNT NBR 12090, Chuveiros elétricos ? Determinação da corrente de fuga ? Método de ensaio; ? ABNT NBR 12483, Chuveiros elétricos ? Padronização; ? ABNT NBR 14417, Reatores eletrônicos alimentados em corrente alternada para lâmpadas fluorescentes tubulares ? Requisitos gerais e de segurança; ? ABNT NBR 14418, Reatores eletrônicos alimentados em corrente alternada para lâmpadas fluorescentes tubulares ? Prescrições de desempenho; ? ABNT NBR IEC 60061-1, Bases de lâmpadas, porta-lâmpadas, bem como gabaritos para o controle de intercambialidade e segurança ? Parte 1: Bases de lâmpadas; ? ABNT NBR IEC 60081, Lâmpadas fluorescentes tubulares para iluminação geral; ? ABNT NBR IEC 60238, Porta-lâmpadas de rosca Edison; ? ABNT NBR IEC 60269 -3-1, Dispositivos-fusíveis de baixa tensão ? Parte 3-1: Requisitos suplementares para dispositivos-fusíveis para uso por pessoas não qualificadas (dispositivos-fusíveis para uso principalmente doméstico e similares) ? Seções I a IV; ? ABNT NBR IEC 60439-1, Conjuntos de manobra e controle de baixa tensão ? Parte 1: Conjuntos com ensaio de tipo totalmente testados (TTA) e conjuntos com ensaio de tipo parcialmente testados (PTTA); ? ABNT NBR IEC 60439-2, Conjuntos de manobra e controle de baixa tensão ? Parte 2: Requisitos particulares para linhas elétricas pré-fabricadas (sistemas de barramentos blindados); ? ABNT NBR IEC 60439-3, Conjuntos de manobra e controle de baixa tensão ? Parte 3: Requisitos particulares para montagem de acessórios de baixa tensão destinados a Ministério da Educação Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação Coordenação Geral de Infra-Estrutura - CGEST FUNDO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO ? FNDE SBS Q.2 Bloco F Edifício FNDE ? 70.070-929 ? Brasília, DF Telefone: (61) 2022-4165 ? Site: www.fnde.gov.br 46 instalação em locais acessíveis a pessoas não qualificadas durante sua utilização ? Quadros de distribuição; ? ABNT NBR IEC 60669-2-1, Interruptores para instalações elétricas fixas residenciais e similares ? Parte2-1: Requisitos particulares - Interruptores eletrônicos; ? ABNT NBR IEC 60884-2-2, Plugues e tomadas para uso doméstico e análogo ? Parte 2-2: Requisitos particulares para tomadas para aparelhos; ? ABNT NBR NM 243, Cabos isolados com policloreto de vinila (PVC) ou isolados com composto termofixo elastomérico, para tensões nominais até 450/750 V, inclusive ? Inspeção e recebimento; ? ABNT NBR NM 244, Condutores e cabos isolados ? Ensaio de centelhamento; ? ABNT NBR NM 247-1, Cabos isolados com policroreto de vinila (PVC) para tensões nominais até 450/750 V ? Parte 1: Requisitos gerais (IEC 60227-1, MOD); ? ABNT NBR NM 247-2, Cabos isolados com policloreto de vinila (PVC) para tensão nominais até 450/750 V, inclusive ? Parte 2: Métodos de ensaios (IEC 60227-2, MOD); ? ABNT NBR NM 247-3, Cabos isolados com policloreto de vinila (PVC) para tensões nominais até 450/750 V, inclusive ? Parte 3: Condutores isolado (sem cobertura) para instalações fixas (IEC 60227-3, MOD); ? ABNT NBR NM 247-5, Cabos isolados com policloreto de vinila (PVC) para tensões nominais até 450/750 V, inclusive ? Parte 5: Cabos flexíveis (cordões) (IEC 60227-5, MOD); ? ABNT NBR NM 287-1, Cabos isolados com compostos elastoméricos termofixos, para tensões nominais até 450/750 V, inclusive ? Parte 1: Requisitos gerais (IEC 60245-1, MOD); ? ABNT NBR NM 287-2, Cabos isolados com compostos elastoméricos termofixos, para tensões nominais até 450/750 V, inclusive ? Parte 2: Métodos de ensaios (IEC 60245-2 MOD); ? ABNT NBR NM 287-3, Cabos isolados com compostos elastoméricos termofixos, para tensões nominais até 450/750 V, inclusive ? Parte 3: Cabos isolados com borracha de silicone com trança, resistentes ao calor (IEC 60245-3 MOD); ? ABNT NBR NM 287-4, Cabos isolados com compostos elastoméricos termofixos, para tensões nominais até 450/750 V, inclusive ? Parte 4: Cordões e cabos flexíveis (IEC 60245-4:2004 MOD); ? ABNT NBR NM 60454-1, Fitas adesivas sensíveis à pressão para fins elétricos ? Parte 1: Requisitos gerais (IEC 60454-1:1992, MOD); ? ABNT NBR NM 60454-2, Fitas adesivas sensíveis à pressão para fins elétricos ? Parte 2: Métodos de ensaio (IEC 60454-2:1992, MOD); ? ABNT NBR NM 60454-3, Fitas adesivas sensíveis à pressão para fins elétricos ? Parte 3: Especificações para materiais individuais - Folha 1: Filmes de PVC com adesivos sensíveis à pressão (IEC 60454-3-1:1998, MOD); ? ABNT NBR NM 60669-1, Interruptores para instalações elétricas fixas domésticas e análogas ? Parte 1: Requisitos gerais (IEC 60669-1:2000, MOD); ? ABNT NBR NM 60884-1, Plugues e tomadas para uso doméstico e análogo ? Parte 1: Requisitos gerais (IEC 60884-1:2006 MOD). Ministério da Educação Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação Coordenação Geral de Infra-Estrutura - CGEST FUNDO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO ? FNDE SBS Q.2 Bloco F Edifício FNDE ? 70.070-929 ? Brasília, DF Telefone: (61) 2022-4165 ? Site: www.fnde.gov.br 47 Normas internacionais: ? ASA ? American Standard Association; ? IEC ? International Electrical Comission; ? NEC ? National Eletric Code; ? NEMA ? National Eletrical Manufactures Association; ? NFPA ? National Fire Protection Association; ? VDE ? Verbandes Desutcher Elektrote. 6.2. INSTALAÇÕES DE CLIMATIZAÇÃO O projeto de climatização visa o atendimento às condições de conforto em ambientes que não recebem ventilação natural ideal para o conforto dos usuários. As soluções adotadas foram a adoção de ventiladores de teto e previsão para futura instalação de condicionamento de ar (locais onde a temperatura média assim determine a necessidade). 6.2.1. Normas Tecnicas Relacionadas ? ABNT NBR 11215, Equipamentos unitários de ar-condicionado e bomba de calor - Determinação da capacidade de resfriamento e aquecimento ? Método de ensaio; ? ABNT NBR 11829, Segurança de aparelhos eletrodomésticos e similares ? Requisitos particulares para ventiladores ? Especificação; ? ABNT NBR 14679, Sistemas de condicionamento de ar e ventilação ? Execução de serviços de higienização; ? ABNT NBR 15627-1, Condensadores a ar remotos para refrigeração ? Parte 1: Especificação, requisitos de desempenho e identificação; ? ABNT NBR 15627-2, Condensadores a ar remotos para refrigeração ? Parte 2: Método de ensaio; ? ABNT NBR 15848, Sistemas de ar condicionado e ventilação ? Procedimentos e requisitos relativos às atividades de construção, reformas, operação e manutenção das instalações que afetam a qualidade do ar interior (QAI); ? ABNT NBR 16401-1, Instalações de ar-condicionado ? Sistemas centrais e unitários - Parte 1: Projetos das instalações; ? ABNT NBR 16401-2, Instalações de ar-condicionado ? Sistemas centrais e unitários - Parte 2: Parâmetros de conforto térmico; ? ABNT NBR 16401-3, Instalações de ar-condicionado ? Sistemas centrais e unitários - Parte 3: Qualidade do ar interior. Normas Internacionais: ? ASHRAE Standard 62 (American Society of He ating, Refrigerating and Air Conditioning Engineers), Ventilation for Acceptable Indoor Air Quality; Ministério da Educação Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação Coordenação Geral de Infra-Estrutura - CGEST FUNDO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO ? FNDE SBS Q.2 Bloco F Edifício FNDE ? 70.070-929 ? Brasília, DF Telefone: (61) 2022-4165 ? Site: www.fnde.gov.br 48 ? ASHRAE Standard 140 (American Society of Heating, Refrigerating and Air Conditioning Engineers), New ASHRAE standard aids in evaluating energy analysis programs; ? Analysis Computer Programs. American Society of Heating, Refrigerating and Air- Conditioning Engineers, Inc. USA, Atlanta: 2001. Ministério da Educação Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação Coordenação Geral de Infra-Estrutura - CGEST FUNDO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO ? FNDE SBS Q.2 Bloco F Edifício FNDE ? 70.070-929 ? Brasília, DF Telefone: (61) 2022-4165 ? Site: www.fnde.gov.br 49 7. ANEXOS Ministério da Educação Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação Coordenação Geral de Infra-Estrutura - CGEST FUNDO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO ? FNDE SBS Q.2 Bloco F Edifício FNDE ? 70.070-929 ? Brasília, DF Telefone: (61) 2022-4165 ? Site: www.fnde.gov.br 50 7.1. TABELA DE ÁREAS Quantidade Ambientes Areas Uteis 02 Pré-escola 36,20 m² 02 Sanitários 16,28 m² 01 Solário 29,77 m² 01 Circulação 25,34 m² Total Bloco 160,77 m² 7.2. TABELA DE REFERENCIA DE CORES E ACABAMENTOS Elementos Ambientes Especificações Cor Paredes Fachada Cerâmica 10x10cm (do piso à altura de 50cm) Azul Escuro Acima da base Branco Cobertura Oitões e Testeiras de calhas e Platibandas Azul Escuro Pingadeiras Concreto Cobogós Solários Parede de Fechamento Amarelo Ouro Janelas Todos os Ambientes Folhas das janelas* em alumínio Azul Molduras das Janelas (cerâmica 10x10cm) Vermelho Portas Sanitários Alizares Azul Folha de Porta Platina Pré-escola Alizares Azul Folha de Porta Amarelo Ouro Baguetes Azul Tetos Todos os Ambientes Pintura acrílica acabamento fosco Branco Piso Circulação Granitina 1,20x 1,20m Cinza Piso podotatil 30x30cm Azul Sala de aula Cerâmica antiderrapante 40x40cm Branco Gelo Ministério da Educação Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação Coordenação Geral de Infra-Estrutura - CGEST FUNDO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO ? FNDE SBS Q.2 Bloco F Edifício FNDE ? 70.070-929 ? Brasília, DF Telefone: (61) 2022-4165 ? Site: www.fnde.gov.br 51 Elementos Ambientes Especificações Cor Piso Sanitários Cerâmica antiderrapante 40x40cm Branco Gelo Solário Piso de cimento comum desempenado com juntas de dilatação de 1,20m x 1,20m Cinza Paredes Salas de Aula Cerâmica 30x40cm (do piso à altura de 1,20m) Branco Roda-meio de 10cm de Madeira (altura de 1,20m do piso) Verniz Fosco Pintura acrílica (do roda- meio ao teto) acetinada Marfim Sanitários infantis Cerâmica 30x40cm (do piso à altura de 1,80m) Branco Gelo Roda-meio de cerâmica 10x10m (altura 1,80m do piso) Azul Escuro (Masculino) e Vermelho (Feminino) Pintura acrílica (do roda- meio ao teto) acetinada Branco Gelo 7.3. TABELA DE ESPECIFICAÇÕES DE LOUÇAS E METAIS Solário 01 Torneira de parede de uso geral com bico para mangueira Izy, código 1153.C37, DECA, ou equivalente Sanitário Infantil Feminino e Masculino 08 Bacia Convencional Studio Kids, código PI.16, DECA, ou equivalente 08 Assento branco linha infantil para bacia Studio kids, DECA, ou equivalente 08 Válvula de descarga: Base Hydra Max, código 4550.404 e acabamento Hydra Max, código 4900.C.MAX 1 ½?, acabamento cromado, DECA ou equivalente 08 Cuba de Embutir Oval cor Branco Gelo, código L.37, DECA, ou equivalente 08 Torneira para lavatório de mesa bica baixa Izy, código 1193.C37, DECA, ou equivalente 04 Chuveiro Maxi Ducha, LORENZETTI, com Mangueira plástica/desviador para duchas elétricas, cógigo 8010-A, LORENZETTI, ou equivalente 04 Acabamento para registro pequeno Linha Izy, código: 4900.C37.PQ, DECA ou equivalente 08 Papeleira Metálica Linha Izy, código 2020.C37, DECA ou equivalente 02 Dispenser Toalha Linha Excellence, código 7007, Melhoramentos ou equivalente Ministério da Educação Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação Coordenação Geral de Infra-Estrutura - CGEST FUNDO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO ? FNDE SBS Q.2 Bloco F Edifício FNDE ? 70.070-929 ? Brasília, DF Telefone: (61) 2022-4165 ? Site: www.fnde.gov.br 52 06 Saboneteira Linha Excellence, código 7009, Melhoramentos ou equivalente 02 Barra de apoio e aço inox polido, comprimento de 1,44m e diâmetro 3cm, conforme projeto. 7.4. TABELA DE ESQUADRIAS PORTAS DE MADEIRA Código Quantidade Dimensões Internas (LxH) Tipo Ambiente PM 1 02 0,80x 2,10 01 folha, de abrir, em madeira, c/ chapa e barra metálica Sanitários PM 2 04 0,80x 2,40 01 folha, de abrir, em madeira, c/ visor de vidro, chapa e barra metálica. Salas de aula (Pré- escola) PM 3 08 0,60x 1,00 01 folha, de abrir, lisa, em madeira. Box dos sanitários Infantis JANELAS DE ALUMÍNIO Código Quantidade Dimensões Internas (LxH) Tipo Ambiente JA 1 02 1,20x 0,60 basculante, de alumínio Sanitários JA 2 02 2,20 x 0,60 basculante, de alumínio Sanitários JA 3 02 1,80x 1,80 de correr, de alumínio Salas de aula (Pré- escola) JA 4 02 3,00 x 1,80 de correr, de alumínio Salas de aula (Pré- escola) Ferragens para Portas em Madeira 06 Maçaneta, La Fonte, ref. 234 ou equivalente 06 Rosetas,La Fonte, ref. 307 ou equivalente 06 Fechadura, La Fonte, ref. ST2 EVO-55 ou equivalente 06 Cilindro, La Fonte, ref. STE 5 pinos ou equivalente 34 Dobradiças, La Fonte, ref. 95 ou equivalente (3 por porta PM 1 e PM2 e 2 por porta para PM3) 06 Puxadores La Fonte, ref. PH1-32/300 ou equivalente (para portas PM1 e PM2) 08 Tarjeta livre-ocupado, La Fonte, ref. 719 Ministério da Educação Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação Coordenação Geral de Infra-Estrutura - CGEST FUNDO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO ? FNDE SBS Q.2 Bloco F Edifício FNDE ? 70.070-929 ? Brasília, DF Telefone: (61) 2022-4165 ? Site: www.fnde.gov.br 53 7.5. LISTAGEM DE DOCUMENTOS DOCUMENTOS Nome do arquivo Título AMPB-ARQ-MED-01_R00 Memorial Descritivo de Arquitetura AMPB-ARQ-ORÇ-01_R00 Planilha Orçamentária PRODUTOS GRÁFICOS - ARQUITETURA ? 14 pranchas Nome do arquivo Título Escala AMPB-ARQ-IMP-GER0-01_R00 Implantação 1:200 AMPB-ARQ-PLB-GER0-02_R00 Planta Baixa 1:50 AMPB-ARQ-LYT-GER0-03_R00 Layout 1:50 AMPB-ARQ-LYT-GER0-04_R00 Layout 1:50 AMPB-ARQ-CRT-GER0-05_R00 Cortes 1:50 AMPB-ARQ-CRT-GER0-06_R00 Cortes 1:50 AMPB-ARQ-FCH-GER0-07_R00 Fachadas 1:50 AMPB-ARQ-PGP-GER0-08_R00 Paginação de Piso 1:50 AMPB-ARQ-FOR-GER0-09_R00 Forro 1:50 AMPB-ARQ-COB-GER0-10_R00 Cobertura 1:50 AMPB-ARQ-ESQ-GER0-11_R00 Esquadrias - Detalhamento 1:20 AMPB-ARQ-ESQ-GER0-12_R00 Esquadrias - Detalhamento 1:20 AMPB-ARQ-AMP-GER0-13-R00 Ampliação Bloco indicada AMPB-ARQ-AMP-GER0-14-R00 Ampliação Bloco indicada PRODUTOS GRÁFICOS - ESTRUTURA ? 11 pranchas Estrutura de Fundações Nome do arquivo Título Escala AMPB-SCC-PLD-GER0-01_R00 Planta de Cargas na Fundação 1:75 AMPB-SFN-PLD-GER0-02_R00 Opção 1: fundação sapatas - Planta de Locação 1:75 AMPB-SFN-PLD-GER0-03_R00 Opção 1: fundação sapatas - Detalhe Sapatas indicada AMPB-SFN-PLD-GER0-04_R00 Opção 2: fundação bloco sobre estaca - Planta de Locação indicada AMPB-SFN-PLD-GER0-05_R00 Opção 2: fundação bloco sobre estaca - Detalhe blocos indicada Estrutura de Concreto Nome do arquivo Título Escala AMPB-SCF-PLB-GER0-06_R00 Forma Nível 0,00 1:50 AMPB-SCV-PLD-GER0-07_R00 Vigas Nível 0,00 indicada AMPB-SCP-PLD-GER0-08_R00 Pilares indicada AMPB-SCL-PLD-GER0-09_R00 Lajes 1:50 AMPB-SCF-PLB-GER0-10_R00 Forma Nível 3,10 1:50 AMPB-SCV-PLD-GER0-11_R00 Vigas Nível 3,10 indicada Ministério da Educação Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação Coordenação Geral de Infra-Estrutura - CGEST FUNDO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO ? FNDE SBS Q.2 Bloco F Edifício FNDE ? 70.070-929 ? Brasília, DF Telefone: (61) 2022-4165 ? Site: www.fnde.gov.br 54 PRODUTOS GRÁFICOS ? HIDRÁULICA ? 09 pranchas Instalação de Água Fria Nome do arquivo Título Escala AMPB-HAG-PLB-GER0-01_R00 Planta Baixa 1:50 AMPB-HAG-COB-GER0-02_R00 Planta de Cobertura 1:50 AMPB-HAG-MOD-GER0-03_R00 Isométricas 1:25 AMPB-HAG-MOD-GER0-04_R00 Isométricas 1:25 Instalação de Águas Pluviais Nome do arquivo Título Escala AMPB-HAP-PLB-GER0-01_R00 Planta Baixa 1:50 AMPB-HAP-COB-GER0-02_R00 Planta de Cobertura 1:50 Instalação de Esgoto Sanitário Nome do arquivo Título Escala AMPB-HEG-PLB-GER0-01_R00 Planta Baixa 1:50 AMPB-HEG-AMP-GER0-02_R00 Ampliação e detalhes indicada Sistema de Proteção contra Incêndio Nome do arquivo Título Escala AMPB-HIN-PLD-GER0-01_R00 Planta Baixa e Detalhes indicada PRODUTOS GRÁFICOS ? ELÉTRICA ? 11 pranchas Instalações Elétricas ? 110 V Nome do arquivo Título Escala AMPB-ELE-PLB-GER0-01_R00 Planta Baixa 1:50 AMPB-ELE-PLD-GER0-02_R00 Planta Baixa Geral, Ramal e Diagrama Multifilar indicada Instalações Elétricas ? 220 V Nome do arquivo Título Escala AMPB-ELE-PLB-GER0-01_R00 Planta Baixa 1:50 AMPB-ELE-PLD-GER0-02_R00 Planta Baixa Geral, Ramal e Diagrama Multifilar indicada Sistema de Proteção contra Descargas Atmosféricas Nome do arquivo Título Escala AMPB-EDA-PLB-GER0-01_R00 Planta Baixa 1:50 AMPB-EDA-COB-GER0-02_R00 Planta de Cobertura 1:50 AMPB-EDA-DET-GER0-03_R00 Detalhes indicada AMPB-EDA-DET-GER0-04_R00 Detalhes indicada Instalações de Climatização Ministério da Educação Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação Coordenação Geral de Infra-Estrutura - CGEST FUNDO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO ? FNDE SBS Q.2 Bloco F Edifício FNDE ? 70.070-929 ? Brasília, DF Telefone: (61) 2022-4165 ? Site: www.fnde.gov.br 55 Nome do arquivo Título Escala AMPB-ECL-PLB-GER0-01_R00 Planta Baixa ? Locação dos Equipamentos 1:50